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O cenário de queda de 2,4% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) em maio ante abril diminuiu o entusiasmo do brasileiro quanto ao futuro de suas finanças pessoais. Dentro do universo de 2 mil domicílios pesquisados no país para cálculo do ICC, a fatia de entrevistados que aposta em melhora nas finanças de suas famílias nos próximos meses caiu de 35,6% para 33,1% de abril para maio. Foi o pior nível desde março do ano passado, segundo o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Aloísio Campelo. Porém, ele fez uma ressalva: houve uma pequena melhora nas expectativas de compras de bens duráveis, como automóveis e geladeiras, nos próximos meses – o porcentual caiu de 36,2% para 32,4% de abril para maio. Para o especialista, é possível que este desempenho tenha sido favorecido pelas famílias de menor renda, que, após uma corrida às compras de duráveis no ano passado – devido a preços mais baixos por conta de redução e isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) –, tenham terminado, em maio, de pagar seus financiamentos a prazo. "Com este dinheiro a mais no orçamento, devido ao término de pagamento destas compras, estas famílias podem estar voltando a comprar duráveis a prazo."

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