i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Energia

Caixa, Banco do Brasil e BNDES podem ser usados para socorrer setor elétrico

Segundo números usados pelo mercado, rombo das distribuidoras em novembro e dezembro pode chegar a R$ 2,5 bilhões

  • PorFolhapress
  • 07/01/2015 12:21
A falta de capacidade das distribuidoras em pagar suas contas mensais se tornou um problema para o governo desde janeiro de 2014 | Daniel Castellano/Gazeta do Povo
A falta de capacidade das distribuidoras em pagar suas contas mensais se tornou um problema para o governo desde janeiro de 2014| Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Três bancos estatais - Caixa Econômica, Banco do Brasil e BNDES - podem ser usados para saldar o rombo bilionário do setor elétrico. A nova proposta deve ser discutida na tarde desta quarta-feira (7) entre o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, e o da Fazenda, Joaquim Levy.

Desde o início de dezembro, as áreas técnicas do governo vêm se debruçando sobre o assunto em busca de encontrar um remédio para o problema das distribuidoras de energia que gere os menores efeitos colaterais.

A falta de capacidade dessas elétricas em pagar suas contas mensais se tornou um problema para o governo desde janeiro de 2014.

Por causa da seca, dos altos preços e da necessidade mensal de contratações de energia extra para atender à demanda dos consumidores, essas empresas tiveram de pedir socorro financeiro ao governo diversas vezes.

Houve um aporte do Tesouro Nacional, dois empréstimos bancários (envolvendo instituições públicas e privadas) e, mesmo assim, cerca de R$ 20 bilhões depois o problema não foi completamente resolvido.

Já no início de dezembro descobriu-se que não haveria dinheiro disponível para quitar as duas últimas contas em aberto: de novembro e dezembro. O prazo para pagamento de cada uma ocorre no início de janeiro e fevereiro, respectivamente.

Rombo

Segundo números usados pelo mercado, a primeira fatura deve chegar a R$ 1,6 bilhão, enquanto a segunda será de aproximadamente R$ 900 milhões. Ou seja, um rombo de R$ 2,5 bilhões.

Sem condições de quitar o valor sozinhas, usando dinheiro do próprio caixa, essas empresas esperam uma solução vinda do governo para não ficar inadimplentes.

Inicialmente, imaginou-se que o Tesouro poderia ajudar. Mas em um momento de ajustes internos e dificuldade de caixa, essa opção começou a ser desconsiderada.

Tornou-se a pensar, então, em um novo empréstimo bancário. Mas havia uma preocupação com o nível de interesse dessas instituições em entrar no negócio mais uma vez. Além disso, o alto preço que os bancos poderiam cobrar para aceitar o acordo foi visto como um entrave.

Por esse motivo, técnicos desenharam uma nova solução em que apenas os bancos privados emprestem o dinheiro que falta para as distribuidoras.

O financiamento seria permitido uma vez que já há instrumentos legais, criados ano passado pelo governo. Eles garantem a tomada empréstimos até a liquidação final das dívidas de 2014.

Pagamento

Caso o Ministério da Fazenda aceite a nova solução, ainda será necessário que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) postergue a data de pagamento do mês de janeiro, marcada para terça-feira (13) da semana que vem.

A agência tem poderes para adiar esse pagamento, como já fez no passado, e isso daria tempo para que os acordos necessários fossem firmados.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.