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Transporte

Com férias e crise aérea, ônibus fica mais caro e mais concorrido

  • PorHelena Carnieri
  • 13/12/2006 17:17

Viajar de ônibus neste fim de ano ficou mais caro e mais concorrido. Além do aumento no fluxo rodoviário, que tem relação com a alta temporada e o caos que reina na maioria dos aeroportos do país desde outubro, as tarifas interestaduais das duas principais viações da capital subiram. Com isso, deixar para comprar passagem de última hora não é recomendável, e é bom contar com o gasto maior do que o previsto.

Na viação Itapemirim, que faz, entre outros, o trecho Curitiba-São Paulo, as tarifas de ônibus leito e semileito subiram 7,6% e 3%, respectivamente. A tarifa do ônibus convencional não mudou de preço.

Apesar de o reajuste anual ter sido concedido ainda em julho, quando a Agência Nacional de Transportes Terrestres permitiu o aumento em até 9,08%, só em dezembro a empresa começou a praticar a tarifa cheia.

Antes, vendia a preços promocionais. Na concorrente Cometa, que já tinha preços idênticos aos da Itapemirim para São Paulo, o aumento também foi o mesmo.Para o Rio de Janeiro, a Penha elevou as tarifas em 14%. Segundo a assessoria de imprensa, a tabela mudou com a suspensão de descontos que vinham sendo aplicados antes de dezembro. Apenas o carro convencional teve o preço mantido.

Para Belo Horizonte e Porto Alegre a tarifa continua a mesma. Já os preços para destinos paranaenses, que tiveram alta de até 10,98% em maio, devem sofrer novo aumento nos próximos meses, quando o Departamento de Estradas de Rodagem liberar a tabela de reajuste do pedágio.

Viajar de avião se tornou uma caixinha de surpresas a partir de outubro, depois que controladores aéreos foram acusados de serem os responsáveis pelo acidente que derrubou o avião da Gol na região amazônica, no dia 29 de setembro. O controle aéreo entrou em pane com operações-padrão, que atingiram principalmente os vôos monitorados a partir de Brasília. Um dos efeitos foi a troca do avião pelo ônibus. Na viação Garcia, que opera na região norte do estado, os trechos de Londrina e Maringá a São Paulo têm volume de passageiros 10% maior. "São pessoas que viajam a negócios, e em geral podem pagar o preço do ônibus leito", diz o coordenador da empresa, Gílson Ribeiro. A viagem de Londrina a São Paulo, que dura seis horas, sai por R$ 112,30 no carro leito, pouco menos dos R$ 119 cobrados pela empresa aérea Gol. De acordo com os vendedores de bilhete rodoviário, muita gente reclama de ter tentando embarcar no aeroporto, sem sucesso.

"A gente vê táxis do aeroporto chegando, um atrás do outro", conta uma atendente da Penha/Itapemirim. "Um cliente chegou em São Paulo de ônibus antes do sócio, que ainda não havia saído do aeroporto", conta o encarregado da viação Cometa, Irineu Bolzon.

A procura aumentou até mesmo para os destinos mais longos, como o Rio de Janeiro, que exige uma viagem de ônibus de 12 horas, e Belo Horizonte, trajeto que dura 14 horas. Na Cometa, a alta foi de 20% em média. A Eucatur também registrou maior procura para trechos do Centro-Oeste, como Cuiabá.

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