i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Energia

Consumo de energia desacelera no país, mas ainda cresce acima do PIB

  • Por
  • 24/01/2007 19:12

Rio de Janeiro – O consumo de energia elétrica cresceu 3,8% no Brasil em 2006, ritmo menor do que o registrado em 2005 (4,6%), segundo a Empresa de Planejamento Energético (EPE). Como aconteceu nos últimos três anos, a expansão da demanda superou – em 36% – a estimativa para a expansão do PIB no ano passado, que foi de 2,8%.

A desaceleração no consumo foi provocada pelo desaquecimento da economia, pela temperatura média mais baixa e melhor regime de chuvas. "Com menos calor, diminuiu o uso do ar condicionado e a chuva reduziu a demanda por irrigação", disse Maurício Tolmasquim, presidente da EPE.

O comércio e as famílias puxaram o consumo. Impulsionados pela aquisição de novos eletrodomésticos, os lares gastaram, em média, 3,9% mais energia. O comércio ampliou o consumo em 4,5%. Na indústria, a demanda subiu 3,6%.

A EPE prevê incremento no consumo de 5,3%, se o PIB crescer de 4% a 5%, mas o presidente da empresa disse que não há risco de apagão porque a demanda será suprida pela construção de usinas. Já o setor privado e especialistas não estão tão confiantes. Avaliam que atrasos nas obras por entraves ambientais e um crescimento mais acelerado podem complicar o suprimento a partir de 2010.

"É preciso acrescentar 4.000 MW de capacidade de geração ao ano para o PIB crescer 4%. Vejo em 2010 um "gargalinho’, resultado das dificuldades na área ambiental enfrentados pelas usinas licitadas a partir de 2004 e 2005", diz Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para ele, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – que prevê R$ 274,8 bilhões para o setor energético – pode equacionar o problema, ao propor mudança na legislação ambiental.

No ano passado, o país consumiu mais energia do que na fase pré-racionamento, o que se repete desde 2004. Em 2000, ano anterior ao racionamento, a demanda somou 307.529 GWh. Em 2006, foi de 347.370 GWh. O número de consumidores cresceu em 2,078 milhões em 2006. Desse total, 29% corresponde a lares ligados à rede pelo programa Luz para Todos.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.