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Comportamento

Crianças em casa exigem cuidado maior no acesso à web

Jovens passam mais tempo navegando na internet durante as férias escolares. Tecnologia ajuda pais a protegerem os filhos de eventuais ameaças

  • PorAdriano Ribeiro, especial para a Gazeta do Povo
  • 19/07/2009 21:07
Maristela Dalla Lasta (ao fundo) com a filha Pâmela e o amigo dela, Janos: conversa franca para prevenir abusos | Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo
Maristela Dalla Lasta (ao fundo) com a filha Pâmela e o amigo dela, Janos: conversa franca para prevenir abusos| Foto: Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo

Recursos

Confira alguns dos programas que protegem o computador contra contra vírus, atuação de hackers, roubo de informações e oferecem ferramenta de bloqueio de determinados conteúdos. Esta proteção combinada é a mais recomendada para os pais.

Norton Internet Security 2009

A assinatura anual custa R$ 99

www.norton.com/br

McAfee Internet Security 2009

A assinatura anual custa R$ 119

www.mcafee.com/br

Panda Internet Security 2010

A assinatura anual custa R$ 149

www.pandasecurity.com/brazil

Kaspersky Internet Security 2009

A assinatura anual custa R$ 149,95

www.kaspersky.com.br

Com as férias escolares de ju­­lho e as crianças e adolescentes com mais tempo livre para passar em frente ao computador, os pais precisam redobrar o cuidado com as ameaças que podem chegar pela web. "Nas salas de bate-papo e sites de relacionamento, diversos tipos de vírus podem ser transmitidos. Além disso, surgem links para sites de conteúdo impróprio", destaca Fabiano Tricarico, gerente na­­cional de vendas da Symantec, empresa que desenvolve softwares de segurança na internet. "Muitas pessoas mal intencionadas usam os filhos para roubar dados do computador e informações financeiras dos pais", acrescenta Maurício Paiva, diretor de tecnologia da NetSafe Corp, especializada em segurança da informação.

Mas, como não é possível mo­­nitorar os filhos 24 horas por dia, uma das saídas para os pais é usar a tecnologia. Diversos programas antivírus, além de proporcionar a proteção contra a atuação de hackers, spams e roubo de informações, oferecem a opção de restrição de conteúdo – pode-se selecionar quais categorias de sites poderão ser acessados nos computadores. E vá­­rios navegadores também per­mi­­tem o bloqueio de endereços eletrônicos. "As técnicas dos apro­veitadores são cada vez maio­res, então temos que usar as tecnologias mais aperfeiçoadas", recomenda Paiva.

Para os especialistas, a maior ameaça da web é a pedofilia. A curio­sidade de muitos adolescentes e a facilidade para se falar com estranhos na internet têm ajudado a agravar o problema. "Eles estão em uma fase de descobertas e o jogo de palavras e incentivos que se faz para invadir a privacidade do jovem hoje é muito grande", analisa Paiva.

De acordo com Tricarico, além de utilizar os softwares de segurança, os pais devem alertar os jovens para, ao na­­vegar na internet, tomarem os mesmos cuidados necessários ao sair de casa. "Não saímos por aí falando com estranhos e divulgando nossos da­­dos pessoais para qualquer um", diz. As conversas constantes e a disciplina também são fundamentais para se evitarem problemas. "É preciso de­­finir regras para o uso da in­­ter­­­net e ter um bom diálogo com os filhos."

O diálogo é justamente a opção adotada pela publicitária Maristela Dalla Lasta. A filha dela, Pâmela, de 14 anos, costuma usar a internet só nos fins de semana durante o período escolar. "Mas agora nas férias fico duas ou três horas por dia", conta Pâmela. Por isso mesmo, a mãe aposta na orientação. "Eu sei de tudo que minha filha acessa. Faço questão de sempre conversar francamente com ela, mostrando as razões da minha preocupação." A conversa é estendida também aos amigos da filha, que costumam acessar a internet juntos quando se reúnem em casa. "Ficamos no Orkut, no You­Tube e no Miniclip (site de jogos on-line)", conta o estudante Janos Morais, de 15 anos, amigo de Pâmela. "A gen­­te sabe que na internet sem­­pre existem conteúdos in­­dignos, por isso os pais ou responsáveis têm o dever de ficar próximos dos filhos para estabelecer limites e disciplinas", completa Maristela.

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