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Alimentos consumidores em casa tiveram alta de 16,36% em 2015 na região de Curitiba | JONATHAN CAMPOS/Gazeta do Povo
Alimentos consumidores em casa tiveram alta de 16,36% em 2015 na região de Curitiba| Foto: JONATHAN CAMPOS/Gazeta do Povo

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (8) que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2015 em 10,67%, a maior taxa desde 2002, quando ficou em 12,53%.

A inflação ficou acima dos dois dígitos ano passado em sete das 13 regiões investigadas pelo IBGE. A maior variação foi registrada em Curitiba, com alta de 12,58%, acima da média do país. Em dezembro, a taxa na capital também ficou acima da nacional, chegando a 1,14% – no país, a alta no IPCA foi de 0,96% no mês.

Segundo o IBGE, a inflação em Curitiba foi impactada diretamente pelo reajuste de 50% nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) , que atingiu uma quantidade expressiva de itens a partir de 1º de abril do ano passado. Além disso, as tarifas da energia elétrica na região aumentaram 69,22% no ano.

Inflação de 2015 fica em 10,67%, a maior desde 2002

Em dezembro, taxa foi de 0,96%, a mais alta em 13 anos, segundo IBGE

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Em 2014, a alta no IPCA na região de Curitiba havia sido de 6,66% – naquele ano, a variação no país foi de 6,41%.

Em 2015, também ficaram acima da média Fortaleza (11,43%), Porto Alegre (11,22%), São Paulo (11,11%) e Goiânia (11,10%). Ainda em dois dígitos, a inflação ficou em 10,52% no Rio de Janeiro e em 10,15% em Recife.

Os demais aumentos foram registrados em Campo Grande (9,96%), Belém (9,93%), Salvador (9,86%), Brasília (9,67%), Vitória (9,45%) e Belo Horizonte (9,22%).

Alimentação

Segundo o IBGE, só no grupo Alimentação e Bebidas, o de maior peso no IPCA (25,10%), a alta no país em 2015 foi de 12,03%.

Em Curitiba, novamente o aumento neste grupo ultrapassou a média nacional. A região metropolitana da capital teve a alta mais forte em Alimentação e Bebidas dentre as 13 regiões pesquisadas, chegando a 13,87%.

Na cidade, os preços dos alimentos para preparo em casa subiram 16,36% em 2015, mais do que a alimentação fora de casa, que teve alta de 9,59%.

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