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Pesquisa

Economia criativa paga quase três vezes mais que a média, diz Firjan

O rendimento médio de profissionais de áreas como artes, música, pesquisa e desenvolvimento, design, engenharia e arquitetura (projetos), computação, mídia e outros chegava a R$ 4.693

  • PorFolhapress
  • 14/11/2012 10:29

Ter a criatividade como a matéria-prima do seu trabalho gera bons rendimentos, segundo pesquisa da Federação das Indústria do Estado do Rio (Firjan) divulgada nesta quarta-feira (14). Os profissionais da chamada indústria criativa tinham, em 2011, uma remuneração média quase três vezes superior à média nacional.

O rendimento médio de profissionais de áreas como artes, música, pesquisa e desenvolvimento, design, engenharia e arquitetura (projetos), computação, mídia e outros chegava a R$ 4.693, acima da média de R$ 1.733 de todos os trabalhadores formais do país.

Dos 14 segmentos criativos analisados pela pesquisa, 11 tinham salários acima da média nacional. Apenas as áreas de filme e vídeo (R$ 1.661), moda (R$ 1.193) e expressões Culturais (R$ 939), que inclui o artesanato, apresentam remunerações menores.

No topo, figurava a área de pesquisa e desenvolvimento, com salários médio de R$ 8.885, seguido por arquitetura e engenharia (R$ 7.518), software, computação e telecom (R$ 4.536), publicidade (R$ 4.462), biotecnologia (R$ 4.258), mercado editorial (R$ 3.324), artes cênicas (R$ 2.767), design (R$ 2.363), artes (R$ 2.195), televisão e rádio (R$ 2.015) e música (R$ 1.944).

Para Gabriel Pinto, especialista da Firjan, a maioria desses segmentos exige mão de obra qualificada e, com a oferta restrita desses profissionais, as empresas tiveram de pagar salários mais altos.

Entre as profissões, os maiores salários eram de geólogos e geofísicos (pesquisa e desenvolvimento), com remuneração média de R$ 11.385, quase sete vezes superior à média nacional. Em seguida, vieram diretor de programas de televisão (R$ 10.753) e ator (R$ 10.348).

O Rio de Janeiro tinha o maior salário dos segmentos da indústria criativa (R$ 7.275), puxado pelas áreas de pesquisa e desenvolvimento, arquitetura e engenharia (R$ 10.809) e artes cênicas. Em seguida, ficaram Distrito Federal (R$ 5.832) e São Paulo (R$ 5.037), com destaque para a área de publicidade e pesquisa e desenvolvimento.

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