Marcelo Grassano e Diogo Bittar Beltrami, sócios, junto com Alexandre Rodrigues, da Bem Valente. | Andre Rodrigues / Gazeta do Povo
Marcelo Grassano e Diogo Bittar Beltrami, sócios, junto com Alexandre Rodrigues, da Bem Valente.| Foto: Andre Rodrigues / Gazeta do Povo

Desenvolver um projeto em uma competição de startups é uma ótima oportunidade para tirar a ideia do papel. Quem diga o pessoal da Bem Valente, startup da capital paranaense que venceu o Startup Pirates @ Curitiba no segundo semestre do ano passado. Pouco tempo depois, a startup já está no ar movimentando o cenário de doações a instituições que precisam de ajuda.

Funciona assim: parceiros disponibilizam produtos e serviços no site, em que parte do lucro é destinada a uma instituição. Após uma quantidade pré-determinada de vendas, familiares de pacientes de uma entidade que vai ser beneficiada, por exemplo, também podem usufruir do produto. "Ganha todo mundo, a pessoa que quer ajudar e que adquire um benefício ao doar, a pessoa que oferece o serviço e quem está na ponta final, nas entidades. É uma maneira diferente de ajudar, sem a necessidade de realizar doações", conta Diogo Bittar Beltrami, sócio da Bem Valente junto de Marcelo Grassano e Alexandre Rodrigues.

A ideia da plataforma surgiu porque Beltrami, que já havia feito trabalho voluntário, não gostava da maneira tradicional que o projeto social é feito, seja por meio de doação ou de patrocínio. "O site surgiu com a intenção de realizar sonhos. As pessoas encontram benefícios ao ajudar", explica Beltrami. Em uma das primeiras ações do Bem Valente, R$ 1 mil foram destinados a uma instituição que precisava de ajuda.

Conheça a Bem Valente:bemvalente.com.br.

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