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Parque eólico de Mulan, na China: país asiático  é  o que mais investe em energia dos ventos no mundo. | Creative Commons
Parque eólico de Mulan, na China: país asiático é o que mais investe em energia dos ventos no mundo.| Foto: Creative Commons

A necessidade de conter os avanços das mudanças climáticas faz com que, ano a ano, as fontes renováveis de energia ganhem mais espaço na política energética dos países mundo a fora. No topo da lista das potências mundiais em energia verde, estão grandes poluidores como China e Estados Unidos que têm peso fundamental nos acordos de redução da emissão de gases tóxicos à atmosfera.

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A China, aliás, é o país que mais investe em fontes renováveis hoje, segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU). O montante de US$ 102,9 bilhões aplicado em 2015 equivale a mais de um terço do total investido no mundo inteiro em energia limpa. A fonte eólica lidera, com folga, a fatia de investimentos do país asiático em energia limpa. São 145 gigawatts (GW) de capacidade instalada, exatamente o dobro da potência eólica dos Estados Unidos, segundo colocado do ranking nesta fonte.

Com dimensões continentais, a China também é a maior potência mundial em energia solar. Em dois anos, o país mais que dobrou capacidade instalada total de solar, passando de 18,6 GW para 43 GW, um crescimento exponencial se comparado ao da Alemanha, que tem 39,6 GW e um índice de crescimento dessa fonte bem mais modesto que o chinês, de aproximadamente 2 GW por ano.

No Brasil, a energia dos ventos entrou definitivamente para a matriz energética. Somos o décimo país do mundo em capacidade eólica instalada. E tudo indica que as renováveis devem continuar ganhando participação. Quase metade da nova oferta de energia prevista para a próxima década deverá vir de fontes verdes como eólica, solar e biomassa.

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