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Crise financeira

G7 anuncia plano para evitar quebra de bancos

Objetivo é evitar quebras de bancos e garantir sua liquidez. Grupo promete adotar "todas as medidas" para restabelecer o crédito

  • PorReuters
  • 10/10/2008 16:53
Os representantes do G7: Jim Flaherty (esq. p/ dir.) do Canadá, Christine Lagarde da França, Peer Steinbrueck da Alemanha, Henry Paulson dos EUA, Giulio Tremonti da Itália, Shoichi Nakagawa do Japão, Alister Darling da Grã-bretanha e Jean-Claude Juncker do Eurogrupo | Yuri Gripas / Reuters
Os representantes do G7: Jim Flaherty (esq. p/ dir.) do Canadá, Christine Lagarde da França, Peer Steinbrueck da Alemanha, Henry Paulson dos EUA, Giulio Tremonti da Itália, Shoichi Nakagawa do Japão, Alister Darling da Grã-bretanha e Jean-Claude Juncker do Eurogrupo| Foto: Yuri Gripas / Reuters

O plano do G7 inclui as seguintes medidas:

- Utilizar todas as ferramentas para apoiar bancos importantes e prevenir sua falência.

- Tomar todas as medidas para aquecer o crédito e garantir que os bancos tenham acesso a dinheiro novo.

- Garantir que bancos possam levantar capitais de instituições públicas e privadas.

- Garantir que as reservas dos países do G7 sejam suficientes para garantir esses programas.

- Tomar medidas para garantir a retomada do mercado de hipotecas e a transparência dos mercados.

  • O dia das bolsas no mundo

O G7, formado pelos sete países mais industrializados do mundo, anunciou nesta sexta-feira (10), em Washington, um "plano de ação" de cinco passos para enfrentar a crise financeira internacional, evitando novas quebras de bancos. As medidas não trazem detalhes de como elas serão aplicadas.

Além disso, depois da reunião, o secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, deu, ao fim da reunião, mais detalhes sobre um plano do governo Bush de comprar ações dos bancos, dizendo que a administração está desenvolvimento um "programa" para comprar papéis de uma varidade de instituições.

Formado por Estados Unidos, Canadá, Japão, França, Itália, Alemanha e Reino Unido, o grupo anunciou as medidas depois do fechamento do mercado financeiro. O plano foi classificado por Paulson como "agressivo". As bolsas de todo o mundo caíram no dia; a Bovespa recuou quase 4%.

Medidas

O projeto prevê a adoção de "todas as medidas necessárias para desbloquear o crédito e os mercados monetários" para que os bancos tenham amplo acesso a dinheiro novo, tanto público quanto privado.

O grupo de países também se compromete a fazer o necessário para desbloquear o mercado de crédito hipotecário - onde a crise se originou - e destaca a necessidade de se restabelecer a confiança no setor bancário.

De acordo com reportagem publicada pelo "Wall Street Journal", a avaliação é que a opção dos países em se concentrar em "generalidades" pode atrapalhar a efetividade do comunicado em acalmar o mercado financeiro.

Quanto ao plano de compra de ações de bancos pelo governo dos EUA, a idéia não é nacionalizar os bancos. Segundo o "Wall Street Journal", Paulson disse que a meta do governo americano é incentivar que os investidores privados também ponham dinheiro nessas instituições.

Cinco passos

Os cinco passos do plano não incluem, porém, detalhes de como exatamente serão tomadas as medidas. Veja os pontos:

1. Tomar ações decisivas e usar todas as ferramentas disponíveis para dar suporte às instituições financeiras sistematicamente importantes e evitar que elas quebrem.

2. Dar todos os passos necessários para descongelar o mercado de crédito e assegurar que bancos e outras instituições financeiras tenham largo acesso à liquidez e funding.

3. Assegurar que nossos bancos e outras instituições financeiras intermediárias, quando necessário, possam levantar capital tanto com fontes públicas como privadas, em montante suficiente para restabelecer a confiança e permitir a eles que continuem emprestando a famílias e empresas.

4. Garantir que os nossos respectivos seguros de depósitos e programas de garantias sejam robustos e consistentes para que os pequenos correntistas continuem tendo confiança na segurança de seus depósitos.

5. Tomar ações, onde apropriadas, para restabelecer os mercados secundários de hipotecas e outros ativos securitizados. Avaliações precisas e transparentes sobre o valor dos ativos e implementações consistentes de padrões contábeis de alta qualidade são necessários.

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