i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Balança comercial

Governo deve elevar meta de exportação para US$ 200 bilhões

  • PorAgência Estado
  • 04/09/2008 15:53

O governo prepara a revisão da meta de exportações deste ano para um valor próximo ou superior a US$ 200 bilhões, informou nesta quinta-feira o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge. O anúncio deve ocorrer em duas semanas e vai marcar a segunda ampliação de meta, que este ano já havia subido de US$ 180 bilhões para US$ 190 bilhões.

O ministro revelou ainda que na semana que vem deve anunciar, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a regulamentação do programa Drawback Verde Amarelo. Por esse programa não é necessário pagar Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nem Finsocial sobre o insumo comprado no Brasil para um produto que será exportado. O Drawback Verde e Amarelo já tinha sido anunciado no lançamento da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), mas não estava funcionando bem e, por isso, o governo o está regulamentando.

No Fórum Especial promovido nesta quinta pelo ex-ministro do Planejamento João Paulo dos Reis Velloso, o ministro ouviu alertas da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex) e da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) sobre a trajetória de déficits em transações correntes - formado pelo total das contas da balanças comercial, de serviços e rendas e transferências unilaterais. Miguel Jorge defendeu que é "precipitado falar em volta da vulnerabilidade externa, embora em hipótese alguma esta questão deva ser negligenciada".

O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Benedicto Fonseca Moreira, poupou o câmbio e centrou fogo nas questões de burocracia, tributação, infra-estrutura. Pediu a privatização dos portos e acrescentou às críticas o fato de o governo brasileiro privilegiar os interesses da agricultura nas negociações na Rodada Doha na Organização Mundial do Comércio (OMC).

De acordo com Moreira, o mercado de produtos agrícolas no mundo "é nosso e será nosso de qualquer jeito" e não vale a pena dar em troca maior abertura comercial em produtos industriais e serviços, áreas que considera "estratégicas". "É uma abertura defeituosa, aleijada", afirmou.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.