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Banco Central

Juro menor ainda vai ter reflexos

  • 26/09/2007 19:16

Brasília – O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou que o corte de juros implementado pelo BC ainda não se refletiu totalmente na economia. Ele afirmou que os estudos mostram que a política monetária no Brasil leva de nove meses a um ano para surtir efeitos. Portanto as reduções adotadas em 2007 e até no fim de 2006 ainda terão seus efeitos sobre o nível de atividade econômica e, conseqüentemente, sobre a inflação. Segundo Meirelles, nos EUA e na Europa, a defasagem entre a política monetária e a inflação leva de um a dois anos.

Ele disse que os modelos econométricos do BC para inflação têm sido atualizados constantemente de modo a prever cada vez melhor a trajetória da inflação e ajudar na condução da política monetária.

Fiscalização

O presidente do Banco Central destacou a importância da fiscalização do BC como ferramenta auxiliar da preservação da estabilidade econômica. E afirmou que a autoridade monetária tem atuado de maneira preventiva e que não há a menor suspeita de crise no sistema financeiro brasileiro.

Meirelles apontou que a fiscalização é um fenômeno em evolução e mencionou que, por exemplo, no episódio da intervenção do Banco Santos, o BC agiu preventivamente e sem aporte de recursos públicos. "O BC fez intervenção antes de haver um problema sistêmico. Por isso, não precisou de aporte de recursos públicos", disse.

Reservas

Meirelles afirmou que o Brasil está em processo de diversificação da aplicação da parcela das reservas que excede o nível de endividamento público externo. Ele explicou que a política do BC visa fazer um hedge (proteção) da dívida externa pública e por isso a aplicação do volume equivalente à dívida externa é sempre em ativos denominados em dólar.

O presidente do Banco Central disse que a diversificação das reservas é uma tendência mundial, mas afirmou a importância de manter o hedge da dívida externa pública em dólar e, na parcela que exceder, ter uma política que leve em conta a dívida externa privada. Meirelles declarou que na Ásia, onde há uma política de maior diversificação de reservas em busca de maior rentabilidade isso ocorre porque a dívida externa daqueles países é pequena.

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