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Brasília

Ministro critica nota de agências ao Brasil

  • PorFolhapress
  • 17/06/2010 21:02

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, criticou ontem a classificação de risco dada pelas agências de rating a alguns países que ainda não se desvencilharam da crise e mantém alto endividamento. "Temos que criar uma alternativa às agências, talvez com uma classificação elaborada também pelo FMI, com uma avaliação dos próprios países e não apenas de empresas privadas", afirmou Mantega.

Segundo ele, justamente essas avaliações equivocadas abriram o caminho que levou à crise financeira internacional detonada no fim de 2008. O ministro também se queixou da nota que o Brasil sustenta atualmente, apesar do país ser considerado grau de investimento pelas principais agências. "As notas não são condizentes com os países. O Brasil tem triplo B, mas deveria ter mais. Não vou dizer o nome do país, mas tem um desses países com alto endividamento que tem triplo A e a meu ver não merecia um duplo B", completou Mantega.

Durante o lançamento da Agenda para o Novo Ciclo de Desenvolvimento Brasileiro, Mantega afirmou que o país já caminha em um ciclo e estimou um crescimento do Produto Interno Bruto, soma dos bens e serviços produzidos no país (PIB) maior que 6,5% em 2010. "Esperamos para este ano um crescimento acima de 6,5%, alguns falam até acima de 7%", disse. A economia voltou com vigor redobrado depois da crise, crescendo com mais força, e portanto fica claro que já se iniciou um novo ciclo de crescimento", completou.

Ritmo mais lento

O ministro também garantiu que não haverá superaquecimento da economia este ano, uma vez que o ritmo de expansão caiu no segundo trimestre após a retirada dos incentivos fiscais ao consumo, como automóveis e eletrodomésticos. Ele não comentou a ata do Copom. Além disso, Mantega ressaltou que, com o superávit primário (economia do governo para o pagamento dos juros da dívida) de 3,3% este ano, o Brasil caminha para zerar o déficit nominal das contas públicas nos próximos anos. "Sem a crise teríamos zerado o déficit fiscal em 2010. Mas tivemos que fazer mais gastos e estimular a economia", argumentou.

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