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perspectiva

Moody’s coloca em risco selo de bom pagador do Brasil e indica possível rebaixamento

Ação é motivada pela tendência de deterioração da economia

    • Estadão Conteúdo Web
    • 09/12/2015 17:32

    A agência de classificação de risco Moody’s colocou o rating Baa3 do Brasil em revisão para possível rebaixamento. A classificação de risco serve como um selo de bom pagador e é usado como referência para fundos de investimentos estrangeiros aplicarem no país. Em setembro, a Standard&Poor’s rebaixou a nota do Brasil.

    Segundo a Moody’s, a revisão é guiada pela rápida e material deterioração macroeconômica e das tendências fiscais e pela reduzida probabilidade de uma reversão da tendência nos próximos dois a três anos.

    Durante a revisão, a Moody’s vai avaliar a probabilidade de mais deterioração na posição fiscal do governo diante do cenário base da agência para ratings de nível Baa3 e a perspectiva de um aumento mais rápido e mais significativo na trajetória de dívida do governo “no contexto de elevada incerteza política, declínio na confiança do investidor e recessão mais profunda que a esperada”.

    Segundo a Moody’s, os indicadores fiscais e de atividade econômica continuam se deteriorando fortemente, sem sinal de quando irão atingir o fundo do poço. “A rápida e material piora das condições macroeconômicas estão levando a Moody’s a reavaliar a extensão com que o desempenho fiscal e econômico estará de acordo com o rating Baa3 do Brasil”, diz a agência em relatório.

    Agência corta rating da Petrobras

    Embora a classificação de risco do Brasil esteja apenas em revisão, a Moody’s já cortou nesta quarta (9) o rating da Petrobras, que foi de Ba2 para Ba3, colocando-o em revisão para um possível novo rebaixamento. Em geral, quando um país perde a classificação, as suas empresas também são afetadas.

    Em comunicado, a agência de risco informa que a decisão reflete o elevado risco de refinanciamento da Petrobras, dada a deterioração das condições do setor, que torna ainda mais difícil levantar caixa por meio da venda de ativos.

    O aperto nas condições de crédito a empresas no Brasil e para a indústria do petróleo, a magnitude de eventuais necessidades de financiamento da companhia e o fluxo de caixa negativo contribuem para esse cenário.

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