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Negócios

Spotify inicia processo de abertura de capital

Em paralelo, gravadora exige na Justiça o pagamento de US$ 1,6 bilhão em royalties devidos, o que pode atrapalhar a abertura de capital

  • Da redação
Daniel Ek, CEO do Spotify. | Toru Yamanaka/AFP
Daniel Ek, CEO do Spotify. Toru Yamanaka/AFP
 
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De acordo com a newsletter Axios, no final de dezembro o Spotify iniciou processo de abertura de capital na Bolsa de Nova York (NYSE) junto à Securities and Exchange Commission (SEC, equivalente à CVM nos Estados Unidos), de maneira confidencial, usando um mecanismo que antes estava ao alcance apenas de empresas menores.

Diferentemente de outras empresas de tecnologia, o Spotify pretende fazer um DPO (“direct public offering”), processo mais rápido que um IPO tradicional e que, recentemente, foi expandido para empresas de maior porte — até junho de 2017, a legislação norte-americana limitada o DPO às que tinham faturamento anual de até US$ 1 bilhão, segundo o Business Insider.

A expectativa do Spotify, segundo as fontes ouvidas pela Axios, é de estar listada ainda no primeiro trimestre de 2018.

A confidencialidade permite que a empresa teste o interesse dos investidores antes de tornar pública a abertura do capital e tira o peso (e as despesas) de bancos e empresas de capital de risco no processo. No DPO, esses atuam apenas para garantir as exigências de segurança e compliance da SEC. Por tal motivo, o movimento pioneiro deve ser acompanhado com atenção pelo Vale do Silício e por Wall Street.

A notícia coincide com outra, negativa, relacionada ao Spotify. A gravadora Wixen Music Publishing, sediada em Los Angeles e detentora dos direitos de músicas de artistas proeminentes como Neil Young, The Doors e Tom Petty, entrou com uma ação exigindo US$ 1,6 bilhão do serviço de streaming sueco pelo uso indevido de músicas.

Essa notícia pode afetar os planos de abertura de capital do Spotify, que, segundo a última estimativa, está avaliado em US$ 19 bilhões. O serviço, o maior de streaming de música do mundo, conta com 60 milhões de assinantes pagantes.

Procurada por veículos internacionais, a assessoria do Spotify informou que não comentará nenhuma das duas notícias.

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