i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
INVESTIMENTOS

O futuro chega antes à bolsa

  • PorGuido Orgis
  • 19/10/2009 21:01

Antecipar o comportamento da economia real é parte do trabalho dos mercados. Ao comprar uma ação, o título de alguma commodity, ou uma casa, os investidores procuram um retorno sobre a diferença entre o preço atual e o que ele acha que o ativo vai valer no futuro. Se a economia for bem e houver mais consumo e investimentos, a remuneração da aplicação tende a ser boa. O problema é que, como as informações sobre o futuro são incompletas, há espaço para especulação, erros de cálculo, e operações em manada – com a maioria dos investidores indo para um lado sem razão aparente.

Nesta crise, os mercados entraram em pânico quando apareceu o risco de um derretimento do sistema financeiro – que ficou evidente com a falência do banco de investimentos Lehman Brothers, em setembro de 2008. O movimento de venda de ativos foi muito forte em mercados emergentes. No Brasil, a Bovespa bateu no fundo do poço em outubro de 2008, poucos dias antes das bolsas de Buenos Aires e Xangai. No mundo rico, a queda se estendeu por mais tempo e o fundo do poço foi visto em março. Agora as ações sobem com a perspectiva de lucros maiores, mas é impossível dizer até que ponto o movimento está inflado por um otimismo exagerado.

Materiais básicos negociados em bolsa também sofreram. O índice da consultoria CRB para o preço de uma cesta de metais, por exemplo, caiu mais de 60% entre abril e dezembro do ano passado. Neste ano, a valorização foi de 67% e o índice já se aproxima do valor de antes da crise. A recuperação das commodities é um pouco mais lenta – elas caíram mais de 50% entre junho de 2008 e janeiro deste ano, e subiram 20% desde então.

Os preços dos ativos não sobem ou caem de uma vez. Por isso, mesmo analistas otimistas não descartam movimentos bruscos nas cotações nas próximas semanas. "Pode haver uma onda de realização de lucros, que na minha opinião seria uma oportunidade de compra. Quem fala que há valorização excessiva é porque está querendo entrar na bolsa", diz Rogério Betti, sócio da Beta Advisors.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.