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ONU alerta para possível retorno da recessão

A ONU alertou que a recuperação é desigual e que a sustentabilidade do crescimento é frágil, já que a demanda dos consumidores e os investimentos ainda estão fracos e o desemprego continua aumentando

  • PorAgência Estado
  • 20/01/2010 12:18

A economia mundial deve crescer 2,4% em 2010, mas pode voltar a encolher se os estímulos oferecidos pelos governos forem cortados muito cedo, de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo o documento, chamado "Situação Econômica Mundial e Perspectivas 2010", a remoção "prematura" de auxílios estatais à economia pode provocar uma segunda recessão. O Produto Interno Bruto (PIB) mundial encolheu 2,2% em 2009, de acordo com estimativas preliminares de órgãos econômicos da ONU. "Partindo da premissa de que haverá uma política global de continuidade dos estímulos, prevemos um crescimento de 2,4% para 2010", informou o relatório.

A ONU alertou que a recuperação é desigual e que a sustentabilidade do crescimento é frágil, já que a demanda dos consumidores e os investimentos ainda estão fracos e o desemprego continua aumentando. De acordo com a organização, os governos comprometeram US$ 2,6 trilhões em medidas de estímulo à economia entre 2009 e 2010 e a remoção precoce dessas provisões pode prejudicar a atual retomada no crescimento.

"A recuperação na demanda doméstica ainda é incompleta, na melhor das hipóteses, em muitas economias e está longe de ser autossustentada", informou o documento. "Grande parte da recuperação na economia real deve-se ao forte estímulo oferecido pelos governos em uma série de países desenvolvidos e em desenvolvimento." Segundo a ONU, a produção industrial voltou a subir por refletir o processo de estocagem das empresas após um período de esvaziamento desses estoques e a disparada das ações desde março de 2009 deve ser interpretada com cautela.

"A recuperação mais forte que a esperada nos preços das ações em todo o mundo pode ocultar o fato de que ainda há problemas nos setores financeiros de grandes economias, ocasionando restrições na oferta de crédito e potencialmente levando a mais falências de instituições financeiras num futuro próximo", afirmou o relatório. As informações são da Dow Jones

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