Movimento calma nas lojas centrais de Curitiba durante a Black Friday. Na internet, várias lojas são acusadas de inflar preços na véspera e ofertar descontos fictícios nesta sexta-feira | Roberto Dziura Jr / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Movimento calma nas lojas centrais de Curitiba durante a Black Friday. Na internet, várias lojas são acusadas de inflar preços na véspera e ofertar descontos fictícios nesta sexta-feira| Foto: Roberto Dziura Jr / Agência de Notícias Gazeta do Povo

No primeiro dia da versão doméstica "Black Friday", evento de origem norte-americana que reúne liquidações de lojas virtuais e algumas físicas no Brasil, o que se viu foi a insatisfação dos consumidores nas redes sociais.

Houve reclamações sobre os sites, que a partir da zero hora desta sexta-feira (23) ficaram fora do ar devido à queda do servidor, e, principalmente, sobre a escassez de promoções com os descontos prometidos, de até 75%.

Segundo o Busca Descontos, empresa organizadora do evento, bloqueou hoje 500 ofertas de diversas lojas que "inflaram" os preços dos produtos. Ou seja, aumentaram os valores antes da data para depois venderem por um preço menor ou simplesmente não ofereceram os descontos prometidos. A lista das empresas será divulgada à tarde.

"É lamentável que algumas lojas ainda insistam em fazer maquiagem de preço. Contamos com a ajuda dos consumidores nesse momento para que denunciem as ofertas falsas", afirma Pedro Eugênio, CEO do Busca Descontos. A denúncia pode ser feita no próprio site do evento, no campo "Denuncie".

A indisponibilidade do site, segundo os organizadores, foi causada pela grande quantidade de acessos. Nos primeiros minutos da promoção, foram registrados 75 mil acessos simultâneos, o que ultrapassou a capacidade máxima do servidor. O acesso, afirma o Busca Descontos, "já foi normalizado".

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