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Países petroleiros se reúnem no Irã para discutir corte de produção

A pressão sobre os preços se acentuou com o retorno do Irã ao mercado, após o fim das sanções impostas pelos países ocidentais a Teerã

    • AFP
    • 17/02/2016 12:36

    O ministro do Petróleo do Irã recebeu nesta quarta-feira (17) seus colegas do Iraque, Venezuela e Catar para discutir um futuro congelamento da produção, que já conta com o apoio da Arábia Saudita.

    O Irã voltou ao mercado depois da recente suspensão das sanções internacionais impostas pelas grandes potências contra seu programa nuclear e já anunciou sua intenção de aumentar a extração de petróleo.

    Na véspera, Arábia Saudita, Rússia, Venezuela e Catar decidiram em Doha congelar sua produção de petróleo para estabilizar os preços, mas o anúncio não teve um grande impacto nos mercados, que esperavam cortes.

    A iniciativa, que prevê manter os níveis de produção nos níveis de janeiro, também está condicionada a que os outros grandes produtores se somem a ela.

    Recuperação

    Os preços do petróleo no mercado internacional se recuperam nesta quarta-feira (17), após o tombo da véspera. A alta é alimentada por expectativas de que membros e não membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) convençam o Irã a participar de um acordo para congelar a produção global da commodity.

    Em Londres, o petróleo Brent ganha 4,13%, a US$ 33,51 o barril, e, nos EUA, o WTI avança 3,75%, a US$ 30,13.

    Os países da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) e os que não são membros do cartel (como é o caso da Rússia) decidiram manter contatos intensivos para implementar o acordo, disse Saleh.

    O ministro saudita, Ali al Nuaimi, afirmou que o acordo constituía “o início de um processo que avaliaremos nos próximos meses, para decidir se são necessárias outras medidas para estabilizar o mercado”.

    Cotações

    O anúncio provocou um leve aumento nas cotações do petróleo, mas não afetou muito as bolsas, que há meses vivem abaladas por incertezas em parte relacionadas à queda do preço do petróleo.

    A queda dos preços se deve em boa parte à estratégia da Opep e em particular da Arábia Saudita de inundar o mercado para nocautear os produtores de petróleo e gás de xisto nos Estados Unidos.

    Também se explica pela desaceleração da China, que vinha desempenhando um papel de motor da economia mundial.

    A pressão sobre os preços se acentuou com o retorno do Irã ao mercado, após o fim das sanções impostas pelos países ocidentais a Teerã por seu programa nuclear.

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