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A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) viveu dois momentos distintos nesta quarta-feira, ambos influenciados pelo mercado externo. Depois de ter caído até 1,62% pela manhã, o Índice Bovespa virou e acabou fechando em alta de 0,79%, aos 29.297 pontos. Os negócios totalizaram R$ 2,289 bilhões.

As oscilações foram comandadas pelas bolsas americanas, que por sua vez oscilaram de acordo com as notícias e expectativas em relação à economia dos Estados Unidos. Se pela manhã o receio com o aumento de juros falou mais alto, à tarde o mercado se mostrou mais otimista depois da divulgação do "Livro Bege" e da queda dos preços do petróleo.

A expectativa pela definição dos juros básicos da economia brasileira ficou em segundo plano, apesar da importância do acontecimento. A expectativa dos analistas é de que a Bovespa reagirá positivamente se o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzir os juros básicos em 0,50 ponto percentual. "A melhora dos mercados foi um misto de correção e de melhora de humor", disse Gustavo Barbeito, do Banco Prosper.

Segundo o analista, não houve notícia que alterasse o quadro econômico americano, mas os investidores passaram a olhar com bons olhos os números de crescimento da economia e os bons resultados das empresas locais. Telemar PN, principal ação da bolsa, fechou em alta de 3,64%. Entre as ações do Índice Bovespa, as maiores altas foram de Tele Leste Celular PN (+11,57%) e Tim Participações ON (+8,74%). As quedas mais significativas do índice foram de Souza Cruz ON (-4,90%) e Siderúrgica Tubarão PN (-4,23%).

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