i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Aftosa

Governo confirma intenção de sacrificar rebanho no Norte do PR

Segundo o secretário da Agricultura, uma falha do Ministério da Agricultura teria causado a suposta infecção do rebanho paranaense

  • PorEduardo Luiz Klisiewicz - Gazeta do Povo Online
  • 28/12/2005 13:31

O vice-governador e secretário da Agricultura do Paraná, Orlando Pessuti, confirmou a intenção do governo de sacrificar todo o rebanho da Fazenda Cachoeira, em São Sebastião da Amoreira, região Norte do estado. A decisão deve ser ratificada no dia 11 de janeiro numa reunião entre os 35 membros do Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária (Conesa).

Segundo o secretário da Agricultura, uma falha do Ministério da Agricultura teria causado a suposta infecção do rebanho paranaense. "O alerta foi muito tardio. Se o Ministério tivesse avisado sobre o foco no MS, já que tinha essa informação desde 30 de setembro, teríamos evitado que os animais que estiveram na Feira de Londrina saíssem de lá. O sacrifício seria de apenas 200 animais, não de quase 3 mil".

"O governador Roberto Requião afirmou que a Secretaria da Agricultura deve tomar uma medida drástica para o caso. Porém, precisa se certificar que os produtores rurais também concordam com o sacrifício destes animais", afirmou Pessuti em entrevista à Rádio CBN.

A decisão só será tomada em janeiro do ano que vem, para cumprir o prazo legal estipulado pela própria Secretaria de Agricultura. "Eu queria resolver isso o mais rápido possível, mas é preciso respeitar o prazo de 15 dias entre a convocação e a realização da reunião. Infelizmente não fui eu quem redigiu os prazos e regras da Secretaria, mas sim os secretários anteriores", disse Pessuti.

O secretário afirmou que, pela visão do ministério da Agricultura, o rebanho está "tecnicamente" infectado, no entanto todos os exames realizados até o momento deram negativos para a Febre Aftosa.

Se a decisão que será tomada no próximo dia 11 for a de sacrificar o rebanho, o governo acredita que a situação deve se acalmar. "Depois disso, o Paraná deve receber o título de estado livre de Febre Aftosa em cerca de 6 meses. Caso não haja o sacrifício, o prazo salta para no mínimo um ano e meio e isso vai gerar mais prejuízos e sanções ao produtor paranaense", alertou.

Mato Grosso do Sul

A situação do estado vizinho ainda é complicada, segundo Pessuti. "No Paraná temos o problema isolado e controlado. Mas no Mato Grosso do Sul (MS) ainda existem casos de doenças em vários animais. Continuamos com a intensa fiscalização e controle sanitário entre os dois estados".

Vigilância

No Paraná, 879 propriedades estão sob a vigilância da Secretaria da Agricultura. Ao todo, 100 mil animais ainda não foram vacinados contra Febre Aftosa. Novos exames de sorologia serão realizados por amostragem para identificar se o vírus circulou pela região. Os animais serão vacinados em seguida.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.