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Presidente da Eletropaulo deixa o cargo e empresa é colocada à venda

Britaldo Soares, que presidia também a AES Brasil, era contra desinvestimento

    • Brasília
    • Folhapress Web
    • 17/02/2016 14:45

    Britaldo Soares, da AES Brasil e da distribuidora de energia Eletropaulo, deixou na manhã desta quarta-feira (17) a presidência executiva das empresas. A decisão foi tomada tendo em vista a venda de ativos do grupo americano no país. Soares era contra o desinvestimento.

    A partir de agora, estão à venda as distribuidoras Eletropaulo, que fornece energia para a Grande São Paulo e que é a maior do país, e a AES Sul, que fornece para o interior do Rio Grande do Sul.

    Na terça (16), o conselho de administração do grupo decidiu pela transferência de Soares para a Presidência do Conselho de Administração das distribuidoras Eletropaulo e AES Sul, além da geradora AES Tietê.

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    Em seu lugar na Eletropaulo assume Charles Lenzi, ex-executivo da distribuidora e que ocupava o cargo de presidente da Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel). Para a presidência executiva do grupo foi escolhido o venezuelano Julien Nebreda.

    Os principais ativos que ficarão à venda serão as distribuidoras. Há a possibilidade de que a geradora também fique à venda, com a mudança de estratégia do grupo. Recentemente, Soares anunciou que a AES Tietê, braço gerador do grupo, poderia participar do próximo leilão A-5, para entrega de projetos de geração de energia em cinco anos. A perspectiva era de licitar duas usinas termelétricas, mas que dependiam do fornecimento do gás.

    As empresas do grupo pertencem à holding AES Brasil e ao BNDES, que possui 53,85% das ações totais, mas uma ordinária a menos que a holding, o que dá o poder de decisão à companhia americana. O grupo, até o momento, apenas confirmou a saída de Soares e a entrada de Lenzi no comando da Eletropaulo e da AES Brasil. O BNDES ainda não se posicionou.

    Questionada, a assessoria de imprensa do grupo negou que a empresa esteja vendendo ativos no Brasil e disse que a mudança reflete a reestruturação de uma estratégia. “A mudança da reestruturação foi motivada pela estratégia da AES no país, que é crescer em geração, aprimorar a qualidade de serviço e recuperar o valor das distribuidoras”, diz em nota.

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