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Refinaria de Manguinhos e distribuidoras brigam nos bastidores

 
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O não repasse dos cortes de preço feitos pela Petrobras nas refinarias aos consumidores foi usado como mais um argumento em uma briga que acontece nos bastidores do mercado de combustíveis. Em uma nota divulgada no início deste mês, a Refinaria de Manguinhos, única privada do país, acusa as empresas filiadas ao Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) de cartelização de preços no setor de combustíveis e de atuar para impedir a competitividade no setor. Mais especificamente, Manguinhos diz que as empresas do Sindicom estariam alugando quase todo o espaço de armazenagem no Porto de Santos apenas para impedir que concorrentes importem combustíveis e vendam a preços mais baixos no mercado brasileiro.

A nota, segundo a Refinaria, foi um contra-ataque a uma campanha difamatória comandada pelo Sindicom para desmoralizar Manguinhos. Isso teria sido feito por meio de dossiês, elaborados e distribuídos pelo sindicato, com acusações de sonegação baseadas em informações protegidas por sigilo fiscal. Em sua defesa, a Refinaria diz que trava disputas judiciais para tentar quitar parte de seus débitos fiscais através da compensação de créditos a receber dos estados. O Sindicom não retornou ao pedido de entrevista da reportagem.

Única refinaria privada do país, Manguinhos refina cerca de 40 mil metros cúbicos de petróleo por mês, o equivalente a 0,41% de toda a produção nacional. Para efeito de comparação, a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, produz 8,3 milhões de metros cúbicos de combustíveis por mês e reponde por 10,8% da produção nacional. O Sindicom não retornou ao pedido de entrevista da reportagem.

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