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O Paraná criou 13.927 vagas de emprego no mês passado, de acordo com o Caged, elevando em 0,58% o total de empregados no mercado formal do estado. O resultado paranaense superou a marca brasileira para o período – em todo o país, o trabalho formal cresceu apenas 0,25% no mês. Ainda assim, o número de postos criados no estado caiu 40% na comparação com março do ano passado, quando a economia gerou 23.197 vagas com carteira assinada. Na comparação com as 19,8 mil vagas de fevereiro, o recuo em março foi de quase 30%.

Na estratificação das atividades, destaque para o setor agropecuário, que registrou aumento de 2,3% no total de empregados. De acordo com o assessor técnico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Nilson Hanke Camargo, o acréscimo deve-se à colheita da safra da soja e à retomada dos cultivos de inverno, o que implica na contratação de mão-de-obra.

"Seguramente o aumento nas contratações no estado se deu em razão da finalização da safra anterior e do plantio do trigo e da aveia", avaliou Camargo, em referência aos 2.439 postos criados no campo.

Grande Curitiba

A região metropolitana de Curitiba (RMC) apresentou, pelo segundo mês consecutivo, o melhor desempenho quanto à criação de empregos formais entre as nove regiões analisadas pelo Caged – o total de empregados subiu 0,48%. Foram criados, ao todo, 4.789 postos de trabalho na região. O setor de serviços foi responsável por 82% do total de novos empregos no mês (3.946 vagas). Na sequência, aparecem comércio (463) e indústria de transformação (410). O interior do estado gerou 9.138 empregos no mês, o que corresponde a 65% do total paranaense.

Desemprego

A taxa de desemprego da RMC, por sua vez, ficou em 3,8% em março, de acordo com estimativa do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). O índice foi menor do que o apurado no mês anterior (4%) e que o de março de 2010 (5,5%). Mesmo não fazendo parte da determinação da média nacional do IBGE, que abrange seis regiões metropolitanas, a taxa de desemprego da RMC é a mais baixa do país, segundo o Ipardes.

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