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Salário

Sem acordo sobre mínimo, governo e centrais marcam nova reunião

  • PorReuters/Brasil Online/O Globo Online
  • 07/12/2006 17:30

Governo e sindicalistas deram início nesta quinta-feira às negociações formais para o reajuste do salário mínimo em 2007 com uma reunião no Ministério do Trabalho, sem conseguir avançar na direção de um consenso.

Uma nova rodada de discussões foi marcada para a próxima quinta-feira.

Em declarações aos jornalistas no ministério, os ministros da área econômica voltaram a defender a proposta de 367 reais para o mínimo, contra os 420 reais reivindicados pelas centrais sindicais.

Mas ao final do encontro, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, se disse frustrado com a reunião porque nela os valores numéricos sequer teriam sido discutidos. Além do reajuste do mínimo, os sindicalistas defenderam também uma correção de 7,7 por cento nos limites da tabela do Imposto de Renda.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, justificou a posição do governo pela necessidade de responsabilidade fiscal.

``Queremos dar o maior aumento possível desde que isso signifique também o controle das contas públicas'', disse Bernardo a jornalistas.

Cada um real de reajuste do mínimo implica um aumento de 200 milhões de reais por ano nos gastos da Previdência porque uma parcela das pensões e aposentadorias é vinculada ao salário mínimo, segundo dados do Ministério da Previdência.

Bernardo acrescentou que o valor de 367 reais prevê uma correção do salário mínimo -atualmente em 350 reais- pela inflação e um reajuste real equivalente ao crescimento projetado para o Produto Interno Bruto per capita.

Este ano, o governo quer concluir as negociações sobre o mínimo a tempo de incluir o valor acordado no Orçamento de 2007, a ser votado pelo Congresso. O objetivo, segundo informou à Reuters uma fonte do Palácio do Planalto que pediu para não ser identificada, é ``blindar'' o gasto negociado e evitar pressões futuras por reajustes adicionais.

Sobre o reajuste da tabela do IR, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse, antes da reunião, que ``não há possibilidade'' de o governo elevá-la acima dos 3 por cento já negociados com o Congresso. O aumento representa uma renúncia fiscal de 800 milhões de reais, afirmou o ministro.

``Já chegamos num ponto limite'', disse Mantega.

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