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Serviço de streaming da Disney ganha nome e site brasileiro

O Disney+ terá produções de cinco marcas, como Pixar e Marvel, e deve ser lançado em 2019

  • Steven Zeitchik
  • Washington Post
Marca do Disney+, o concorrente da Netflix. | Disney/Reprodução
Marca do Disney+, o concorrente da Netflix. Disney/Reprodução
 
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O novo serviço de streaming da Disney será chamado Disney+ e deve ser lançado em 2019, informou a empresa nesta quinta-feira (8).

O nome alinha o serviço com a ESPN+, a plataforma de streaming recém-lançada da gigante de esportes, uma propriedade da Disney, e encerra os apelidos informais que incluíram nomes como Disneyflix, uma alusão ao concorrente Netflix. O CEO da Disney, Robert Iger, fez o anúncio durante a conferência dos resultados da empresa.

O serviço será “muito elegante e muito centrado na marca, e acrescentará recursos de navegação que não existem em outras plataformas”, disse Iger a analistas, observando que ele havia visitado recentemente a subsidiária BamTech, que está desenvolvendo a tecnologia do Disney+, e a achou “impressionante”.

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Iger descreveu pelo menos cinco canais de conteúdo no Disney+: Disney, Pixar, Star Wars, Marvel e National Geographic, esse último ainda pendente de se tornar parte da Disney após o fechamento da aquisição da Fox.

“Queremos oferecer muito aos fãs mais ardorosos dessas cinco marcas”, disse ele.

O objetivo do novo serviço é competir com a Netflix, a Apple e outros gigantes do streaming com muito dinheiro em caixa e a ambição de dominar o espaço de produções audiovisuais originais. Mas a abordagem é diferente: Iger havia notado anteriormente que a iniciativa de streaming da Disney terá como objetivo um número menor de nomes de marcas mais selecionadas, em contraste com o volume da Netflix.

O serviço contará com séries originais, como uma da Marvel centrada no personagem Loki, bem como várias propriedades Star Wars, incluindo uma série recém-anunciada com Diego Luna como Cassian Andor. É diferente do Hulu, o serviço de streaming de longa data do qual a Disney assumirá o controle majoritário após o fechamento do acordo com a Fox. Essa plataforma será preenchida com conteúdo premium mais sofisticado de entidades como o canal a cabo FX e o estúdio Fox Searchlight, responsável pelo filme A Forma da Água.

A terceira perna do tripé é a ESPN+, que, segundo Iger, já ganhou mais de um milhão de assinantes desde o lançamento na primavera, com a promessa de milhares de jogos de basquete universitário, da liga de futebol e lutas do UFC, entre outros esportes. “E nós nem mesmo começamos a anunciá-lo”, disse ele.

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Iger também confirmou que as negociações estão em andamento para garantir de volta os direitos em acordos de conteúdo ainda em vigor de propriedade da Disney. Potencialmente, entre eles está o acordo de produção da Twentieth Century Fox com a HBO, que deve valer até 2022, mas cujos filmes a empresa gostaria de poder oferecer mais cedo em seu próprio serviço. A Disney havia anunciado anteriormente que iria remover filmes da Netflix.

Uma apresentação do investidor em abril incluirá mais detalhes sobre a Disney+, disse Iger. No Brasil, a Disney já colocou no ar um site localizado do futuro serviço.

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