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Nomeação de reitores

Esquerda ou direita? Como Bolsonaro tem definido os reitores das universidades federais

  • Por Gabriel Rodrigo Sestrem
  • 25/10/2020 21:13
Bolsonaro nomeia reitores de esquerda e de direita
Até o fim do seu mandato, Bolsonaro ainda poderá definir os dirigentes de 37 universidades federais| Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

A nomeação de reitores das universidades públicas federais tem sido motivo de grande embate entre o governo federal e parte da comunidade acadêmica – especialmente professores e servidores públicos que são contrários às escolhas de Jair Bolsonaro (sem partido) para o cargo máximo das instituições federais de ensino superior.

Atualmente, conforme a legislação que trata do processo de seleção dos dirigentes universitários, o presidente da República tem a atribuição de escolher um dos três nomes enviados por um colegiado máximo da instituição de ensino – um grupo pequeno, composto por, pelo menos, 70% de professores, mas que pode incluir servidores e alunos.

Antes da definição da lista tríplice, entretanto, as instituições costumam realizar uma consulta prévia à comunidade universitária, ainda que isso não seja um procedimento obrigatório para a definição do reitor. Na prática, muitas vezes essas consultas se traduzem em verdadeiras “eleições”, cujo resultado determina quem, de fato, será o próximo dirigente. Além de possuírem vícios – como contabilizar 1/3 de peso do voto para cada um dos grupos (professores, funcionários e alunos), enquanto a legislação determina o peso de 70% para os docentes –, há casos de sindicatos e Diretórios Centrais de Estudantes (DCE) que se mobilizam para comandarem essas “eleições” e definirem os reitores mais alinhados aos seus interesses.

Definida a lista, há uma tradição informal – também não prevista por lei – que vigora desde a aprovação da Lei 9.192/1995 (responsável por regulamentar o processo de escolha dos dirigentes universitários) – de o presidente da República escolher sempre o primeiro nome da lista tríplice enviada pelas instituições.

Essa tradição, entretanto, foi quebrada no ano passado. Uma das bandeiras de campanha do atual presidente era fazer mudanças na forma como ocorriam as nomeações; Bolsonaro afirmava que as universidades eram “redutos de esquerdistas” e que grupos ideológicos controlavam as instituições de ensino.

Apesar de, entre as 30 nomeações feitas desde o início do mandato presidencial até agora, Bolsonaro ter nomeado reitores que não figuravam na primeira posição da lista em 12 oportunidades, de acordo com levantamento feito pela Gazeta do Povo, o presidente não tem delimitado um padrão rígido para as nomeações. Há nomes escolhidos que se posicionam politicamente à esquerda e à direita e, em alguns casos, são selecionados dirigentes que buscam afastar-se de vinculações políticas e ideológicas.

Mesmo assim, parte da comunidade acadêmica em conjunto com entidades como a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) tem se posicionado de forma mais incisiva contra as nomeações feitas pelo atual presidente da República.

De acordo com o jurista e professor de Direito Constitucional da PUC-SP, Pedro Serrano, é saudável que sejam feitas nomeações de reitores que não sejam alinhados com o governo. “Um governo demonstra ser mais democrático e mais aberto quando se preocupa mais com a qualidade pedagógica, de ensino, do que com gente alinhada com ele”, declara.

O jurista também aponta a importância de preservar a autonomia das universidades, por meio da definição da lista tríplice pelo colegiado, e ao mesmo tempo manter a discricionariedade do governo federal, o que permite ao chefe do Executivo escolher um dos nomes apresentados. “A Constituição garante a autonomia das universidades. Não é independência, é autonomia. Isso significa que quem representa a universidade é o conselho. Então, cabe ao presidente escolher um dos integrantes dessa lista, não necessariamente sendo o primeiro”, explica.

Ação no STF questiona atual procedimento de nomeação de reitores

Para limitar os poderes de Bolsonaro quanto à definição dos reitores, o Partido Verde (PV) ajuizou, em 21 de setembro deste ano, a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6.565 no Supremo Tribunal Federal (STF) – o principal alvo da ação é a Lei 9.192/1995.

A intenção do partido, com o ajuizamento da ADI, é questionar o atual procedimento de escolha e nomeação de reitores das universidades federais e demais instituições federais de ensino superior, e para isso alega que se trata de uma violação à “autonomia universitária”.

No entendimento da sigla, o fato de o presidente da República poder escolher qualquer um dos três nomes enviados pelos Conselhos Universitários das instituições de ensino é anticonstitucional, já que estaria em desacordo com os artigos 206 e 207 da Constituição Federal e com os princípios da impessoalidade e da moralidade pública, presentes no artigo 37.

Na prática, o objetivo é vetar interferências externas às universidades nessas nomeações. Em um trecho da ADI 6.565, consta: “Estamos a tratar de sombrio período de nossa história republicana, na qual se nomeavam interventores aliados ao regime central, para amordaçar a liberdade de expressão, as liberdades civis e a ampla manifestação de pensamento, inclusive o pensamento científico”.

A ação, que começou a ser julgada de forma virtual pelo STF em 9 de outubro, foi suspensa na última sexta-feira (15), após o pedido de destaque feito pelo ministro Gilmar Mendes. Com isso, a pauta foi retirada do julgamento virtual e será realizada de forma presencial, ainda sem data determinada.

Curiosamente, desde que que a legislação que norteia a escolha dos dirigentes universitários começou a vigorar - há 25 anos -, não havia ocorrido resistência significativa a ela, já que seu objetivo é trazer equilíbrio à autonomia das universidades por meio da discricionariedade do presidente da República. A oposição à lei surge num momento em que as diferenças ideológicas entre segmentos da comunidade acadêmica e o governo federal passam a ser mais acentuadas.

Bolsonaro e o choque com parte da comunidade acadêmica

Durante sua campanha eleitoral em 2018, o então candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, apresentou um forte discurso contra a esquerda (principalmente contra o PT, PSOL e o PCdoB) e de aversão ao marxismo. Na época, Bolsonaro já afirmava que as reitorias estavam dominadas por partidos políticos com mais poder de persuasão nas “eleições acadêmicas” e nas decisões do conselho universitário. Por isso, frisava que era necessário garantir a alternância de poder por meio da escolha de um nome diferente do grupo da reitoria ou de chapas que dominam as universidades por anos.

Do discurso para a prática, quando Bolsonaro assumiu a presidência, teria um cenário favorável pela frente: durante seu mandato, todas as 67 universidades federais brasileiras teriam eleições para reitor, o que poderia concretizar uma de suas promessas de campanha, proporcionando alternância de poder nas instituições.

No dia 18 de junho de 2019, com a nomeação de Luiz Fernando Resende dos Santos Anjo para a reitoria da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), o presidente quebrou uma tradição que se mantinha desde 1995 e nomeou o segundo indicado na lista tríplice. O candidato indicado na primeira posição já havia sido filiado ao PT e, mais recentemente, ao PSOL.

Essa havia sido a terceira nomeação de dirigentes universitários por parte do presidente; nas duas anteriores, Bolsonaro havia escolhido o primeiro nome da lista:  José Daniel Diniz Melo (Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN) e Demetrius David da Silva (Universidade Federal de Viçosa - UFV).

Conforme levantamento da Gazeta do Povo referente às 30 nomeações de reitores feita desde que Bolsonaro assumiu a Presidência da República, em 60% das vezes o presidente escolheu o primeiro indicado da lista tríplice – por outro lado, em 6,7% das ocasiões selecionou o 2º colocado e em 30% optou pelo 3º nome. Há, ainda, quatro situações em que Bolsonaro nomeou temporariamente reitores que não constavam nas listas, como é o caso da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), em que o processo foi suspenso pela Justiça após o Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul detectar falhas nos procedimentos que definiram a lista tríplice.

Como foram as nomeações dos reitores em 2019

Durante o ano de 2019, Bolsonaro nomeou 16 reitores; desses, dez figuravam no primeiro lugar da lista tríplice. De todos os dirigentes escolhidos no primeiro ano de mandato do presidente, três tinham claro posicionamento à esquerda e dois se posicionavam politicamente à direita. O restante adotava uma posição mais neutra e não possuía vínculos com siglas partidárias.

No entanto, Bolsonaro nomeou dois reitores que figuravam na segunda colocação da lista e três que constavam na terceira posição – situações que irritaram grupos de esquerda nas instituições de ensino.

Um desses casos ocorreu em agosto de 2019 na Universidade Federal do Ceará (UFC) após a nomeação de José Cândido Lustosa Bittencourt de Albuquerque para o cargo de reitor. Ele era o segundo da lista indicada pelo Conselho Universitário e o menos votado na consulta pública. Além disso, dos três, era o que tinha maior afinidade com pautas defendidas pelo governo.

Depois da posse de Albuquerque, houve protestos na universidade organizados pelos sindicatos dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (Adufc) e dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce), com a participação de um grande número de alunos da instituição. Na manifestação havia bandeiras do movimento “Lula Livre”, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Outra nomeação que desagradou grupos de esquerda foi a de Marcelo Recktenvald, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Ele, terceiro nome da lista, era apoiador do governo Bolsonaro. Recktenvald é pastor e em seu Twitter se declara conservador. Desde sua nomeação, o reitor passou a conviver com pressões intensas relacionadas à insatisfação de parte da comunidade acadêmica por sua escolha. Logo após ser empossado, estudantes e sindicatos de professores e servidores ocuparam a reitoria por três semanas e impediram-no de entrar. Recktenvald precisou montar um escritório provisório para trabalhar e só houve a desocupação da reitoria após intervenção judicial.

Houve, no entanto, nomeações de dirigentes alinhados politicamente à esquerda, inclusive vinculados a partidos políticos. Esse é o caso de Fábio Josué Souza dos Santos, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), que é filiado ao PT há mais de 20 anos e, inclusive, já foi vereador pelo partido de 2005 a 2008. No caso que envolveu sua nomeação, a lista enviada ao governo contou com dois nomes "laranjas", ligados à chapa de Georgina Gonçalves dos Santos, candidata vencedora nas eleições informais.

Na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o reitor nomeado foi Alfredo Macedo Gomes, que ocupava a primeira posição da lista. Na época da nomeação, integrantes do PSL afirmaram que Gomes teria ligações com partidos de esquerda, como o PT e o PCdoB, que era favorável ao movimento “Lula Livre”, e que teria sido apoiado por grupos de esquerda para o cargo de reitor.

Ainda em 2019, na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Bolsonaro nomeou Natalino Salgado Filho, que tem relacionamento próximo com Fernando Haddad, candidato do PT nas eleições presidenciais de 2018 - naquele ano, inclusive, apoiou abertamente o petista contra Bolsonaro. Além disso, seu irmão – prefeito de Pindaré Mirim (MA) – é filiado ao PCdoB, partido do governador do Maranhão Flávio Dino, crítico do presidente da República.

Já Gleisson Pereira De Brito, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), integra o grupo de reitores mais “neutros”, que buscaram afastar-se de vinculações políticas em suas campanhas. Ele, que era o primeiro da lista tríplice, afirmou durante a campanha que propunha “uma gestão despida de viés político partidário” e que “sendo uma universidade federal, a imagem da Unila não deve ser imiscuída à imagem de quaisquer governos, partidos ou ideologias anteriores, atuais ou futuras”.

Como foram as nomeações dos reitores em 2020

Até agora, em 2020, Bolsonaro já nomeou 14 dirigentes universitários. Desses, quatro têm posicionamento político abertamente de esquerda e dois figuram politicamente à direita. Apesar de ter entrado em choque com parte da comunidade acadêmica em três oportunidades neste ano - ao selecionar candidatos que foram terceiros colocados entre os nomes enviados pelos colegiados -, o presidente acatou o primeiro nome da lista tríplice em oito ocasiões (quase 60% das vezes), em várias delas ratificando a escolha das consultas prévias e contando com comemorações por parte sindicatos e grupos de esquerda.

Um dos casos mais curiosos aconteceu na Universidade Federal Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), com a seleção de Francisco Ribeiro da Costa, terceiro colocado na lista com apenas 6,9% dos votos na consulta prévia. Ainda que os dois primeiros nomes tenham sido preteridos por Bolsonaro, o reitor escolhido é um crítico ferrenho do presidente da República.

No Plano de Trabalho divulgado por Costa durante sua campanha, ele destacou feitos dos governos Lula e Dilma e declarou que “no governo antinacional e antipopular de Bolsonaro esta tendência foi revertida”. No documento, ele também cita: que “O (des)governo tem também implementado diversas medidas conservadoras e antidemocráticas que ameaçam claramente a autonomia das universidades”.

Outro caso intrigante ocorreu na recente nomeação, em 9 de outubro, de Evandro Aparecido Soares da Silva para reitor da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Soares, ligado a políticos de esquerda, era vice-reitor de Myrian Serra, que renunciou ao cargo de reitora no início de 2020 após um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) apontar graves falhas orçamentárias na sua gestão. A opção também causou estranheza pelo fato de os outros dois nomes da lista tríplice serem de professores considerados conservadores.

Recentemente, em 14 de outubro, Bolsonaro nomeou Emmanuel Zagury Tourinho à reitoria da Universidade Federal do Pará (UFPA). Tourinho havia recebido 92% dos votos na consulta acadêmica e era o primeiro nome da lista tríplice. Em 2018, durante a campanha eleitoral para a Presidência da República, o dirigente escreveu um artigo sobre as eleições presidenciais no qual mencionou: “Com um presidente democrata, poderemos discutir o aperfeiçoamento e a expansão da educação superior pública; com um presidente que empunha armas para ameaçar adversários, restará pouco além de lutar para que as instituições não sejam extintas ou entregues a empresas privadas controladas por fundos financeiros internacionais”.

Em 2020, foram poucas as ocasiões em que Bolsonaro nomeou reitores alinhados ideologicamente com o governo. Em uma dessas raras oportunidades, o presidente escolheu Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira, terceira colocada da lista, para a reitoria da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa).

Em seu primeiro dia de trabalho, a reitora já precisou lidar com protestos organizados pelo Diretório Central dos Estudantes (DEC). A manifestação contou com o apoio de Rodrigo Sandes, candidato que ocupava o primeiro lugar da lista tríplice. Paralelamente, uma ação judicial foi aberta a pedido dos opositores para tentar anular a nomeação da atual reitora.

Próximas definições

Até o fim do seu mandato, Bolsonaro ainda poderá definir os dirigentes de 37 universidades federais – a menos que a ação que tramita no STF seja aprovada. Dessas escolhas, dez serão feitas ainda em 2020; uma delas está relacionada à Universidade Federal do Paraná (UFPR), cujo Conselho Universitário recentemente fez uma manobra para evitar que o candidato Horácio Tertuliano, que é mais alinhado politicamente ao governo e ficou em segundo lugar na consulta à comunidade acadêmica, tivesse seu nome excluído da lista tríplice.

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Comentários [ 25 ]

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  • L

    Luiz Angelo

    ± 5 dias

    FATO! As universidades federais, nos governos da PETRALHADA, se tornaram um antro de adestramento esquerdiopata , que formam estudiotas semi-analfabetos, sem a mínima qualificação profissional tão necessária ao Brasil, principalmente nas áreas de Humanas ! O resultado está aí !! O ensino MEDIOCRE no Brasil !! E toda essa orgia esquerdiota patrocinada com NOSSO dinehiro !!

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    • A

      Alexandre Souza

      ± 6 dias

      ""Curiosamente, desde que que a legislação que norteia a escolha dos dirigentes universitários começou a vigorar - há 25 anos -, não havia ocorrido resistência significativa a ela, já que seu objetivo é trazer equilíbrio à autonomia das universidades por meio da discricionariedade do presidente da República. A oposição à lei surge num momento em que as diferenças ideológicas entre segmentos da comunidade acadêmica e o governo federal passam a ser mais acentuadas."

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      • S

        Sergio Roberto de Andrade Leite

        ± 6 dias

        A lei diz que cabe ao Presidente da República escolher o reitor e ponto final. Não cabe ao STF mudar a lei ao seu bel-prazer. Os argumentos do partido que enviou a requisição ao STF é extremamente fraco e inconsistente. A universidade federal é pública, ou seja, pertence à Nação, e o Estado é o órgão que a representa. A universidade federal é paga pelo contribuinte e, se quizer se tornar independente da Nação, então que se financie a si própria e deixe de ser uma universidade pública. A propósito, fui professor de uma universidade pública por mais de 30 anos e sei perfeitamente que elas são, de regra, dominadas por esquerdistas que praticamente impões sua ideologia ao corpo acadêmico.

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        • D

          DOMINGOS JOSE DE MENEZES JUNIOR

          ± 6 dias

          enquanto a esquerda estava no poder e nomeva os "companheiros" estava tudo certo com a lei, depois de 20 anos os hipócritas da esquerda querem mudar a lei porque não aceitam a derrota nas urnas e não aceitam a nomeação de reitores mais alinhados ao governo, e eles se dizem defensores da democracia em....

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          • W

            Willian Cardoso de Souza Jesus

            ± 6 dias

            Um "conservador" que nomeia 3 reitores da ESQUERDA e apenas 2 da DIREITA. Que maravilha! Cada vez fica mais claro que os discursos do Bolsonaro não se coadunam com a prática. Muito pelo contrário...as pautas relacionadas a agenda conservadora estão sendo deixadas de lado para que o Presidente garanta sua "governabilidade" e, tanto o centrão/esquerda e o STF, parem de persegui-lo, juntamente com sua família. Na verdade, a esquerda tem tido mais motivos pra COMEMORAR as decisões do Bolsonaro do que reclamar. Ex.: ENFRAQUECIMENTO do Pacote Anti-Crime, nomeação de um GARANTISTA para o STF, SANÇÃO do Fundo Eleitoral, distanciamento cada vez maior da agenda conservadora, etc. DECEPÇÃO TOTAL!

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            • R

              Roberto Palmieri de Souza

              ± 6 dias

              Bolsonaro está CORRETO! A classe dos Professores está dominada pela ESQUERDA. AS Universidades Federais estão abandonadas e são ninhos de pichações e apologia às drogas! Quem apoia essa corja tem interesse e atua em causa própria. O Brasil não pertence a essa gente do mal!

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              • R

                Ricardo Amaral

                ± 6 dias

                Pior do que o se o sujeito é da sinistra ou conservador, é o número de universidades federais que o larápio de nove dedos e a coisa feia plantaram por aí..."Universidade Federal Rural do Semi-Árido" ? Tá de brincadeira ?!

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                • A

                  Antonio Muller

                  ± 6 dias

                  A Esquerda fez trincheiras nas Universidades, pôs por terra a qualidade do ensino de graduação, faz ativismo para formar militância, e, para variar, conta a mentira de que estão interferindo na autonomia, liberdade e trá lá lá. É tão fácil enxergar que destruíram a Educação e estão rosnando para não largar o precioso osso de formação de militância esquerdista.

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                  • J

                    Joaquim

                    ± 6 dias

                    Para começo de conversa, não poderia nem entrar nessa lista tripice candidatos com preferência partirtidaria! Ter uma univerdidade neltra com foco no conhecimento, não em formar militante de esquerda como se tornou as universidade brasileiras!

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                    • S

                      Sérgio Guerra

                      ± 6 dias

                      esquerda ou direita? pensei que a qualidade acadêmica e de gestão da figura fosse prioritário

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                      • C

                        Clarisier Azevedo Cavalcante de Morais

                        ± 6 dias

                        Interessante esse comentário do professor da PUC SP. Nunca houve qualquer crítica a alinhamento ideológico quando havia, nos governos petistas nomeação de candidatos filiados ao PT

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                        • D

                          Daniel dos Reis Martins

                          ± 6 dias

                          Realmente. O professor da PUC deu um tiro no pé.

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                      • M

                        mozart veloso de mendonça

                        ± 6 dias

                        Se for para escolher o primeiro da lista , então, por que indicar nomes de 3 dirigentes??? Será que é resultado da má qualidade do ensino, aplicado em todos níveis da educação no País?

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                        • J

                          jose rodorval ramalho

                          ± 6 dias

                          Autonomia não é soberania. Esta última somente as nações possuem. A lei está correta e deve ser seguida. Com a lista montada pelos Conselhos, entra a correlação de forças entre os membros da lista. É um tópico sistema de pesos e contrapesos. O essencial, porém, é o aparelhamento da universidade por forças de esquerda. Esse ainda vai durar muito, pois os professores que entraram na Era PT ficarão por três décadas por lá. Eis o cerne da questão.

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                          • P

                            Pablo

                            ± 6 dias

                            Na UFPR sequer aulas EAD estão fazendo. E ainda estão prejudicando jovens interessados em realizar estágios que não concluíram uma disciplina ou outra que não está sendo ofertada nesse período de pandemia. Absurdo! Até nas escolas municipais crianças estão fazendo aulas on-line, então é inegável o quanto uma administração com ideologia de esquerda prejudica uma instituição. É necessário lembrar das ações realizadas pela Polícia Federal no âmbito da UFPR para apurar situações de corrupção. No curso de Direito da UFPR alguns professores defendem enfativamente a liberação das drogas e já ocorreram protestos contra o então Juiz Sergio Moro organizados por outros professores da casa.

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                            1 Respostas
                            • P

                              Pablo

                              ± 6 dias

                              enfaticamente

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                          • T

                            tamotsu kashino

                            ± 6 dias

                            Bolsonaro apenas está cumprindo sua promeça perante os povos que elegeram, Acabar com PT e Esquerda.

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                            • J

                              Juacastro

                              ± 6 dias

                              Com o STF que temos vai ficar cada vez mais difícil fazer ESCOLHA. O Presidente vai somente ratificar a escolha feita pelos Diretórios acadêmicos. É isso que o STF quer e os partidos de esquerda. É lamentável.

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                                Alberto Dias Figueirêdo Filho

                                ± 6 dias

                                A UFPI também vai ser definida nos próximos dias. O mandato do atual reitor acaba agora dia 07/11.

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                                  Decio mango

                                  ± 6 dias

                                  Universidades federais deveriam ser prizatizadas ou fechadas..ai estas gangues esquerdopatas teriam de trabalhar..corja de desocupados da nisso

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                                    CSG

                                    ± 6 dias

                                    Está mudando a doutrina. Sai a esquerda entra a direita. E a educação segue abandonada.

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                                      Pzig

                                      ± 6 dias

                                      Tem que quebrar as pernas destes redutos fisiológicos, ignoratizantes e aparelhados pela esquerda. U único propósito desses grupos é a militância política ferrenha e com nossas verbas.

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                                        Reynaldo mendes de carvalho júnior

                                        ± 6 dias

                                        A menor preocupação de sindicatos e associações é o ensino. Lamentável

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                                          Carlos Roberto

                                          ± 6 dias

                                          Há de se moralizar estas indicações. A esquerda nas Universidades é um cancro a ser combatido sem trégua.

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                                          • R

                                            Repolhinho Bocó

                                            ± 6 dias

                                            Autonomia universitária com o dinheiro do pagador de impostos?

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