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Estudantes do interior de SP participarão de umas das maiores feira de ciências do mundo

Jovens de Limeira estarão na Intel ISEF (International Science and Engineering Fair), em Pittsburgh, nos Estados Unidos

  • Redação
Kaíque Gonçalves Ferreira, Elizandra Larissa da Silva e Vitória Ventura, foram premiados na 5ª Mostra 3M de Ciências e Tecnologia, ainda em 2017. | Divulgação.
Kaíque Gonçalves Ferreira, Elizandra Larissa da Silva e Vitória Ventura, foram premiados na 5ª Mostra 3M de Ciências e Tecnologia, ainda em 2017. Divulgação.
 
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Alunos de uma escola pública do interior de São Paulo participarão da principal feira de ciências do mundo. Os estudantes do 2º ano do Ensino Médio da ETEC Trajano Camargo, de Limeira, estarão na Intel ISEF (International Science and Engineering Fair), que acontece entre 13 e 18 de maio, em Pittsburgh, nos Estados Unidos. 

Os jovens Kaíque Gonçalves Ferreira, Elizandra Larissa da Silva e Vitória Ventura, foram premiados na 5ª Mostra 3M de Ciências e Tecnologia, ainda em 2017, graças ao projeto “Recuperação de Níquel e Cobre do Lodo das Indústrias de Joias para a Produção de Sais e Estudo das Aplicações”.

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Com a premiação, eles se classificaram para a edição de 2018 da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), onde conquistaram o primeiro lugar na categoria Engenharia e assim carimbaram o passaporte para Pittsburgh.

“No momento que ganhamos, foi um choque. Nunca imaginava que aos 16 anos, por um projeto desenvolvido ainda no ensino médio, iria conquistar algo tão importante”, conta Vitória, em entrevista à Gazeta do Povo.

Concepção 

A ideia do projeto surgiu por influência da própria região de Limeira, onde os jovens estudam. 

“Há uma concentração muito grande de indústrias galvânicas [processo de aplicação de uma camada protetora de zinco em uma superfície de aço ou ferro para evitar a corrosão] na região. Temos um programa,  gerenciado pela prefeitura da cidade, de tratamento de resíduos das águas para que elas possam ser descartadas nos efluentes e esgotos”, diz a professora Gislaine Delbianco, uma das orientadoras do projeto.

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“Os alunos então resolveram fazer um novo estudo, uma nova pesquisa, uma vez que o cobre está acabando e a preocupação em recuperar esse material é cada vez maior”, completa. 

Ainda de acordo com a professora, a premiação incentivou outros estudantes a seguirem o mesmo caminho: “Quando a escola inteira se mobiliza para homenagear estudantes que ganharam um prêmio internacional, isso só incentiva outros jovens a estudar”, conclui. 

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