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”combate”

Filho de Bolsonaro propõe mudar livros didáticos que tratam militares como “facínoras”

A alfabetização e o combate à doutrinação de esquerda em sala de aula são algumas das principais preocupações do novo MEC no governo Bolsonaro

  • Da Redação com informações da Folhapress
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) | Wilson Dias/Agência Brasil
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) Wilson Dias/Agência Brasil
 
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Após o Ministério da Educação anular um polêmico edital de livros didáticos, o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), fez publicações nas redes sociais em que ataca a doutrinação de esquerda na educação e em materiais escolares.

Eduardo Bolsonaro publicou no Twitter mensagens em que afirma que os militares são mal retratados pelos livros didáticos. “Um povo sem memória é um povo sem cultura, fraco. Se continuarmos no nosso marasmo os livros escolares seguirão botando assassinos como heróis e militares como facínoras.”

Ele diz que o Brasil precisa ser passado a limpo. “Os militares saíram em 1985 e até hoje vejo matérias na imprensa mentido [sic] sobre o que foi aquele período, só p/ enaltecer a PTzada”. 

A alfabetização e o combate à doutrinação de esquerda em sala de aula são algumas das principais preocupações do Ministério da Educação no governo Bolsonaro. Outros temas como diversidade e direitos humanos estão concentrados no Ministério de Direitos Humanos.

Leia também: Entre alfabetização e diversidade, a melhor escolha é a alfabetização

Bolsonaro fecha órgão que criou o “Kit Gay”. Mas diversidade continua no MEC

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