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UEL (na foto) e outras duas universidades param na segunda (17) por três dias | Gilberto Abelha/Gazeta do Povo
UEL (na foto) e outras duas universidades param na segunda (17) por três dias| Foto: Gilberto Abelha/Gazeta do Povo

Professores de mais três universidades estaduais decidiram aderir à greve no Paraná. Os docentes da Universidade Estadual de Londrina (UEL), do campus Apucarana da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) decidiram em assembleia nesta terça-feira (11) parar nos dias 17,18 e 19 de outubro. Eles devem avaliar no dia 20 se haverá continuidade ou não do movimento e se juntam à Unioeste, à UEPG e à UEM, instituições que já tinham optado pela paralisação.

Entre as sete universidades gerenciadas pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a Universidade Estadual do Paraná será a última a avaliar a possibilidade de adesão à greve. Conforme o sindicato dos docentes da instituição - que tem sete campi espalhados pelo estado, sendo dois em Curitiba - uma assembleia geral está prevista para as 18h30 desta quinta em Curitiba, Paranaguá, Paranavaí e União da Vitória.

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As assembleias na UEL, na Uenp e no campus Apucarana da Unespar foram organizadas pelo Sindiprol Aduel, sindicato que representa os professores.

Nesta semana, professores de três universidades estaduais já haviam aderido à mobilização em resposta ao projeto do governo do estado para suspender por tempo indeterminado o reajuste do funcionalismo público. O trâmite da proposta foi suspenso na terça-feira.

Além da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), onde os docentes pararam as atividades na segunda-feira (10), a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e a Universidade Estadual de Maringá (UEM) já têm greves programadas. Na UEPG, a mobilização começa nesta quinta-feira (13) e na UEM, na sexta-feira (14).

A diretora de comunicação do Sindiprol Aduel, Silvia Alapanian, explicou que a paralisação - ou a greve de três dias em algumas universidades - vem para exigir uma resposta efetiva do governo do estado. “O pessoal está cansado de reuniões que o governo convoca para dizer que não tem nada o que fazer. Dessa vez, queremos que seja feito algo de fato”, argumenta.

Por sua vez, governo disse que a greve nas universidades não tem sentido. Em entrevista à Gazeta do Povo nesta terça-feira, o chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, informou que já foi solicitado ao líder do governo na Assembleia Legislativa que o projeto sobre o reajuste seja retirado até que a questão seja debatida. No dia 19, haverá um fórum para exposição da proposta.

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