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Uma solução para as universidades: cobrar mensalidade de alunos formados

  • PorGabriel de Arruda Castro, especial para a Gazeta do Povo
  • 05/05/2019 18:40
Uma solução para as universidades: cobrar mensalidade de alunos formados
| Foto:

O debate sobre o financiamento da educação superior parece ter voltado à pauta. Ao mesmo tempo em que o governo reduziu os repasses para universidades federais e provocou uma reação intensa de parte da academia, o partido Novo resolveu apresentar formalmente uma proposta que permite a cobrança de mensalidades nas instituições de ensino superior do estado de São Paulo.

Leia também: Cobrança de mensalidade em universidades públicas diminuiria desigualdade social

Nos Estados Unidos, onde o sistema de crédito educacional vive em crise, o assunto também está em voga. A senadora e pré-candidata à Presidência Elizabeth Warren anunciou, no mês passado, um plano radical. A ideia é assegurar faculdade gratuita para todos e o perdão de 95% das dívidas atuais de financiamento estudantil.

Tanto no Brasil como nos Estados Unidos, o debate parece se equilibrar sobre duas opções excludentes: a gratuidade total de um lado e a cobrança de mensalidade do outro.

Mas existem propostas alternativas. Uma delas é o chamado compartilhamento de custos com crédito estudantil contingente à renda. De forma geral, o sistema funciona assim: o estudante de universidade pública não é cobrado durante seus anos de estudo. Em contrapartida, precisa destinar parte do salário depois de formado para pagar seu débito. O desconto é automático, o que evita a inadimplência e, consequentemente, permite a cobrança de juros reduzidos.

No fim das contas, universidade não é gratuita, mas os alunos de baixa renda podem ingressar no ensino superior sem qualquer ônus – só precisarão ter alguma despesa quando (ou se) estiverem recebendo salário como formados.

O modelo foi idealizado pelo economista liberal Milton Friedman, ainda na década de 50, e acabou implementado pela primeira vez nos anos 1970, na Universidade de Yale. Lá, o método acabou sendo abandonado – dentre outros fatores, porque a instituição de ensino não tinha capacidade de aferir a renda dos alunos depois que eles se formavam, o que incentivava a omissão de informações por parte deles.

O método foi mais bem-sucedido quando aplicado de forma mais ampla, com coordenação do Estado. Em 1989, a Austrália foi o primeiro país a tornar política pública os empréstimos contingentes à renda. De lá para cá, países como Inglaterra, Hungria e, em menor escala, Coreia do Sul, Chile e Tailândia seguiram caminhos semelhantes.

O problema encontrado em Yale estava superado nesses lugares, já que os governos têm acesso às declarações de imposto de renda dos cidadãos e, portanto, a omissão de informações teria um preço muito maior. Com os governos envolvidos, aliás, também se tornava mais fácil fazer o desconto automático nos salários para pagar os empréstimos.

Esse método alternativo de financiamento educacional foi objeto de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) em 2016. O autor do trabalho, Paulo Meyer Nascimento, conclui que os empréstimos contingentes à renda são uma alternativa eficaz na diminuição das despesas com o ensino superior. “É uma forma de reduzir o custo do Estado com a formação superior e dizer que a conta do ensino universitário não vai ser arcada só pelo Estado, mas será dividida com o beneficiário direto, que é o estudante”, explicou o pesquisador à Gazeta do Povo.

Para Nascimento, a gratuidade completa cria algumas distorções e o Estado precisa adotar formas diferentes de financiamento. “Quanto mais for necessário expandir um sistema, mais difícil será fazê-lo, considerando que o orçamento público é finito e o ensino superior tem um custo muito elevado”, diz ele.

Professor de Economia da Universidade de Brasília, José Carneiro afirma que a proposta dos empréstimos contingentes à renda faz sentido: “É uma política razoável, especialmente se levarmos em conta os desvios do sistema atual. Se a sociedade gastou uma fortuna para formar um odontólogo e ele vai atuar como administrador, o dinheiro foi jogado fora”, diz.

Dinheiro privado

Nos Estados Unidos, um sistema semelhante ao dos empréstimos contingentes à renda tem sido defendido por alguns economistas. Mas com uma diferença: a origem do crédito seria não o governo, mas investidores e instituições privadas.

Levando em conta o prognóstico de ganhos de um futuro advogado ou engenheiro, financiar a educação de universitários nessas áreas parece um bom investimento – inclusive porque, para reduzir riscos, é possível diversificar os investimentos e se ter direito a uma parcela pequena dos vencimentos de um número elevado de estudantes.

Para além de permitir a sustentação financeira do ensino público, o modelo tem um segundo aspecto polêmico. Os cursos com perspectivas profissionais mais nebulosos atrairiam menos investidores, o que também reduziria a demanda por essas áreas de estudo. Por exemplo: o aluno que pretende estudar sociologia pode não encontrar um financiador – o que significa, na prática, que as chances de ele não conseguir um emprego após a formatura são altas. Nesse caso, o potencial de emprego é levado em conta desde o início. Cursos com menos potencial de retorno econômico atrairão menos investidores e, consequentemente, menos alunos.

Em um estudo publicado em março pelo Manhattan Institute for Policy Research, a pesquisadora Beth Akers defende o que chama de Acordos de Compartilhamento de Renda, ou Income-Share Agreements (ISOs): “O modelo do ISA transfere o risco do estudante para o investidor”, diz ela no texto. Para a pesquisadora, o modelo também provê a cada estudante “uma rede de segurança contra situações adversas”, já que “os pagamentos nunca são desproporcionais à capacidade de pagamento do estudante”.

Mas o método tem problemas, na opinião de Paulo Meyer Nascimento. Um deles é a dificuldade de controle da renda no pós-formatura (como um contrato meramente privado, sem atuação do governo, fica mais difícil aferir os ganhos reais do profissional beneficiado pelo empréstimo).

Outro ponto a ser observado, segundo professor José Carneiro, é que nem sempre o interesse dos investidores será o mesmo do país. “Há algumas falhas de mercado na área do ensino superior”, diz ele. Um estudante de filosofia, por exemplo, pode ter um prognóstico salarial pouco atrativo, mas ainda assim ser necessário para um sistema educacional abrangente.

Leia também: O problema não está nas ciências humanas. Mas no que fizeram com elas

O que é quase consenso entre economistas é o fato de que o modelo atualmente adotado pelo Brasil desperdiça dinheiro. Ao oferecer ensino gratuito e universal, sem qualquer contrapartida, o sistema não incentiva que os estudantes tomem escolhas racionais. A evasão é alta e, em muitos casos, o egresso jamais atuará na área em que se formou.

A gratuidade universal e o desperdício têm outra consequência negativa: o país acaba gastando pouco, proporcionalmente, com a educação básica. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, tem dito que o ensino superior deixará de ser prioridade. “Para cada aluno de graduação que eu coloco na faculdade, eu poderia trazer dez crianças para uma creche”, afirmou ele no último dia 1º.

O professor José Carneiro concorda que, independentemente do modelo adotado, as universidades públicas não podem depender apenas do repasse de recursos do governo. “O único nível educacional que tem capacidade de autofinanciamento é o ensino superior: é possível colocar alunos e professores para prestar serviço à sociedade – na área de tecnologia, por exemplo”.

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Comentários [ 33 ]

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  • C

    Celito Medeiros

    ± 1 horas

    Acabar com o 'ralo' e aplicar o dinheiro de fato na Educação. E para isto, compreender como era usado este dinheiro e por quem, onde as Universidades Federais estava parecendo um MST num curral para abrigados!

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    • R

      Ricardo Fanti

      ± 3 horas

      Para quem não sabe, a UFPR tem um curso de Direito exclusivo para o MST. Quer economizar, corte esse tipo de coisas feitas com dinheiro público na surdina (não me lembro do regime petista divulgar amplamente esse curso para a população). Tantas coisas como esta são feitas demonstrando como o regime do mal meteu a mão no dinheiro se achando autorizado a fazer o que queria. Agora, que usem a criatividade para manter a estrutura, mas mantenham a que presta; sustentar invasores e ideologistas do mal não é função do governo.

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      1 Respostas
      • C

        CARLOS FELIX

        ± 3 horas

        Era neste curso que um dos atuais ministros do STF, indicado também pela agremiação dos amigos da estrela, atuava ?

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    • G

      gloxínia

      ± 5 horas

      Que comentários mais sem noção... sério que querem o fim da Universidade Federal? Li as opiniões de vocês e não acreditei...

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      • G

        gloxínia

        ± 1 horas

        MARCOS LEFEVRE: Obrigada pela correção Marcos, você tem razão. O correto é "Onde".

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      • M

        MARCOS LEFEVRE

        ± 1 horas

        Se você quer criticar forma e não conteúdo dos comentários, gloxínia, deveria tomar cuidado com o que escreve. Deveria ter usado ONDE e não AONDE. Onde vc estudou???

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      • I

        Isabel

        ± 1 horas

        e quem defende os corruPTos não passa em prova nenhuma, e deveria estar preso com o lider ladrao de 9 dedos!

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      • P

        PAULO C.P.

        ± 1 horas

        gloxínia: kkkkkk boa kkkkkk

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      • G

        gloxínia

        ± 3 horas

        Adriel Farias: Quem escreve "pode acredita" e não "pode acreditar" não passa mesmo nas provas da Federal.

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      • G

        gloxínia

        ± 3 horas

        Ricardo Fanti: Oi. Você fez algum curso superior? Aonde você fez?

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        Ricardo Fanti

        ± 3 horas

        Acredite. Gastar um dinheirão para formar profissionais que muitas vezes nem exercem a profissão ou vão fazê-lo fora do país não trazendo nenhum retorno ao que foi investido, não tem cabimento. Ensinar o jovem a escrever e ler, calcular, estudar geografia, história e ciências , traz retorno para o país. O resto, nem deveria ser chamado de educação. No máximo ensino técnico no segundo grau. Mas, nível superiror...?

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      • A

        Adriel Farias

        ± 4 horas

        Eu quero sim, pode acredita.

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    • E

      Emerson

      ± 6 horas

      Outra solução melhor ainda. Fazer faculdade apenas se tiver completa certeza que irá trabalhar na área. Pois 90% faz por fazer e nem chegam a trabalhar na área. Poderia economizar dinheiro, comprar um carro e virar Uber, Ou montar outra empresa pequena. pois na prática é o que acontece. Ensino superior é algo ultrapassado que não garante mais rendimentos bons. Chega do Governo ficar bancando algo que é inútil.

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      • E

        E.NETO

        ± 6 horas

        Universidade paga para quem pode e gratuita para quem merece!

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        • E

          Emerson

          ± 6 horas

          O que é poder? Se eu der duro trabalhando 16 horas por dia e duplicar minha renda vou poder? e o vizinho folgado que trabalha 4 horas ganha ensino grátis para os filhos? Difícil isso hein.

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      • R

        ROSELIA MARIA SOARES LOCH

        ± 6 horas

        Quem é classe Média/Alta tem que pagar já. Quem é pobre paga no futuro se estiver empregado na sua área, senão a dívida seria perdoada. O que não dá é para continuar com gratuidade total.

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        • K

          Klin

          ± 7 horas

          1-A divisão do bolo orçamentário é injusto. Gasta-se mal os parcos recursos. 2- é necessario uma política de criação e oportunizacao aos recém formados e , 3- mudar a constituição

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          • F

            Freitas

            ± 8 horas

            Revisão da Constituição. Não é possível continuarmos com essas divisões orçamentárias, em que o Poder Executivo recebe pouco e outros poderes (Legislativo e Judiciário) e órgãos (Ministério Públicos e Tribunais de Contas) nadam em dinheiro.

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            • C

              Cidadão Brasileiro

              ± 8 horas

              A ideia de cobrar de formados faz sentido e pode ser operacionalizada à moda dos ditos alimentos aos ex-conjuges, por um período de anos, talvez com um ou dois de carência no início. Tem outra possibilidade que poderia ser uma opção, que é o formado cumprir um período de serviço civil (quando dispensado do militar): pessoal da área da saúde nos cantões do “mais médicos”, bacharéis de direito na defensoria pública, formados em com****ção no suporte às redes das escolas públicas, em educação física em programas de ginástica para adultos em parques, em humanas na assistência social, e assim por diante.

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              • A

                Ariel Lazari

                ± 6 horas

                Em Israel isso existe e funciona muito bem!

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              • F

                Frank Santos

                ± 7 horas

                Exato!

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            • F

              Freitas

              ± 8 horas

              Com essa carga tributária imensa, é um absurdo faltar verbas para o Poder Executivo. Em compensação, Legislativo, Judiciário, Ministérios Públicos e Tribunais de Contas riem à vontade.

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              • J

                JOSE CARVALHO

                ± 8 horas

                Para uns falta dinheiro, para outros a bonanza de sempre, é o Brasil de sempre...

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                • C

                  CARLOS FELIX

                  ± 8 horas

                  Tem que instituir sim, uma mensalidade. Parea aferir a renda familiar basta verificar os CPF ou informações da Receita Federal. De modo bem objetivo, os estacionamentos das Federais e Estaduais, mostram a capacidade financeira dos alunos ou familiares. Carrões, motos, celulares, etc. Se a educação como reivindicam nas greve e movimentos contra os governos é prioridade orçamentária, também tem que ser para as famílias e seus orçamentos. É muita hipocrisia reunida.

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                  • A

                    Antônio Márcio

                    ± 9 horas

                    O próprio estado incentiva o desvirtuamento do aluno após formado quando exige “apenas formação superior em qualquer área” para diversos concursos públicos. Assim, um formado em educação física, por exemplo, pode, se aprovado em concurso público, assumir um cargo em uma area completamente diferente da sua formação.

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                    • J

                      Juliana Semitski

                      ± 9 horas

                      Tipo como Cuba!!!

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                      • Z

                        Zé Costa.

                        ± 10 horas

                        Tem tantas coisas erradas na Universidade Federal atual , o professor junta quatro, cinco turmas de vários cursos , numa sala só, arranja um estagiário e esse dá as aulas por ele , qualidade zero , eficiência zero , a faculdade tem que ser paga para que o aluno possa exigir qualidade , pague como quiser , lavando pratos , trabalhando , financiando , isso não interessa, vire-se .

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                        • R

                          Rosinete Gonçalves Mariucci

                          ± 12 horas

                          É todos os altos impostos os maiores do planeta que todos nós pagamos para ser ter uma educação como retorno. E o profissional depois de formado não encontra trabalho,como que vai pagar nos Estados Unidos os estudantes estão todos endividados é no Brasil não está diferente os que usam o fies pra estudar nao estão conseguindo pagar. É esse ministro da educação é um cínico cortou 30% de verbas das universidades e da educação básica 56% onde que ele está priorizando o ensino básico?

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                          • M

                            MAURICIO P.

                            ± 13 horas

                            Concordo que deve se priorizar muito mais o ensino básico. No entanto, creche não é ensino básico, é depósito de crianças. Conheço um menino que nunca foi para a creche e já sabe ler, coisa que a minha filha, que tem 7 anos e que sempre foi para a creche e que agora vai para um colégio público, não faz. O que deve ser priorizado é Ensino Básico, Fundamental e Médio.

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                            • J

                              Juliana Semitski

                              ± 13 horas

                              Depois falam de Cuba!!!!

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                              • F

                                Frank Santos

                                ± 7 horas

                                em Cuba há professores em sala de aula para crianças com necessidades especiais. Independente se ela é cega, surda-muda há um professor especialmente para cada aluno. E esses participam das aulas de crianças sem necessidades especiais. Eu não sou comunista, mas, é uma idéia que eu apoio, afinal, quantas crianças aqui no Brasil estão marginalizadas sem apoio necessário do Estado para para sua inclusão na sociedade. Enfim, boas idéias devem ser levadas em consideração independente do tipo de governo.

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                            • W

                              Wilbur Archibald III

                              ± 18 horas

                              Privatiza essa bagaça!

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