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A presidente Dilma Rousseff sancionou, na tarde desta quarta-feira (5), as leis que criam as Universidades Federais do Sul da Bahia (Ufesba), do Oeste da Bahia (Ufob), do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e do Cariri (UFCA). Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, as quatro novas universidades vão abrir 38.360 vagas de graduação e pós-graduação.

No mesmo ato, Mercadante e o ministro da Defesa, Celso Amorim, assinaram convênio para ampliação das vagas do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e Instituto Militar de Engenharia (IME). "Criar universidades é um ato importante porque além de criar oportunidades tem um efeito transformador nas pessoas, nas cidades e nas regiões", disse a presidente.

Segundo Dilma, em 2002, havia 114 municípios com universidades federais no país. Hoje, disse a presidente, há câmpus em 275 cidades. A presidente anunciou que as escolas militares vão participar do programa Ciência sem Fronteira. "A inexistência de um processo educacional nos mais recônditos locais do Brasil é uma forma de discriminação. A existência de certas universidades é responsável pelo ressurgimento de cadeias industriais. É o caso do ITA. As potencialidades de uma região se expande quando se cria na região processos educacionais transformadores da realidade", afirmou.

Vagas

A Universidade Federal do Cariri terá sede em Juazeiro do Norte (CE), 27 cursos e 6.490 vagas. A Universidade Sul e Sudeste do Pará foi criada a partir do desmembramento do câmpus de Marabá e receberá 47 cursos, com 12.830 vagas. Barreiras receberá a Universidade Federal do Oeste da Bahia, com 35 cursos e 7.930 vagas. A Universidade do Sul da Bahia ficará em Itabuna, com 36 cursos e 11.110 vagas.

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