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Linguagens

Fique atento ao enunciado da redação

  • PorJoão Filipe Magnani*
  • 22/08/2010 21:40

Os vestibulandos correm atrás de informação, de conhecimento sobre os temas da atualidade, pois isso, todos sabem, é fundamental para um bom texto. Quando não se tem o que falar, tudo está perdido. Muitos professores insistem nisso. Eu mesmo escrevi um texto neste espaço sobre a importância da leitura.

Ocorre, porém, que isso não basta. É, vestibulando, a sua tarefa não é simples. A boa notícia é que também não é nada impossível.

Compreender o enunciado é uma tarefa básica a um aspirante à universidade. Básica não no sentido rasteiro, mas de base mesmo, alicerce para o que virá.

Podemos comparar o enunciado de uma proposta a uma música que toca em um baile. O dançarino precisa reconhecer qual é o ritmo que está tocando e, desculpem o clichê, dançar conforme a música.Alguém pode dançar samba se está tocando tango? Ninguém irá proibi-lo, mas é claro que no mínimo ficará estranho. É o caso da produção de texto. As aulas de redação servem, entre outras coisas, para treinar o candidato a reconhecer o que pede a proposta. A saber o que fazer quando se lê o enunciado. Não se pode produzir uma dissertação, se a proposta exige uma narração.

Naturalmente o que falei é óbvio, mas o óbvio não deixa de ter importância. Quando o professor encaminha a proposta, explica o que é necessário fazer, não há grande dificuldade. O problema é perceber sozinho.Uma questão simples, mas que preocupa muitos vestibulando, é a anotação: "escreva um texto ‘em prosa’". Muitos me perguntam após a prova: "é dissertação?", "como é prosa?", "posso fazer um texto normal?" Prosa, segundo o dicionário Houaiss, é "expressão natural da linguagem escrita ou falada, sem metrificação intencional e não sujeita a ritmos regulares". Isso significa que você deve produzir um texto normal, como está acostumado. A orientação "prosa" só está ali para garantir que você não faça uma poesia.

Se a proposta pede uma carta, é necessário pensar para quem é esta carta. Para o jornal, para uma pessoa específica. Isso é determinante. Uma carta do leitor em jornal quase não contextualiza o assunto, pois pressupõe conhecimento de quem está lendo. Já uma carta endereçada a uma pessoa precisa de contexto. Resumo, transposição de discurso, desmetaforização de poesia, cartas argumentativas, interpretação de charges, enfim, fique atento à proposta e não fuja do que se pede.

*Professor de Língua Portuguesa do Curso Acesso.

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