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Cursinho

Semiextensivo: compacto, mas completo

Com uma fórmula concentrada, aulas mais objetivas e foco nos conteúdos mais cobrados, o semi tem uma grande missão: aprovar em menos de quatro meses

  • PorMarcela Campos
  • 11/07/2010 21:02
Fórmula concentrada | Jonathan Campos/Gazeta do Povo
Fórmula concentrada| Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

Para muitos concorrentes a uma vaga na faculdade, a preparação começa no segundo semestre, com o início das aulas dos cursos semiextensivos. Para estes estudantes, a dedicação é fundamental, principalmente porque o semi concentra em mais ou menos a metade da duração de um extensivo os mesmos conteúdos do ensino médio que caem nos vestibulares e no Enem.

De acordo com a maioria dos professores e diretores de cursinho ouvidos pelo Vestibular, o ideal é que o estudante já traga uma boa bagagem de conhecimentos, para aproveitar a maratona de aulas da melhor forma possível. "O extensivo é para iniciantes, o semi, para iniciados", explica o professor de Literatura João Amálio Ribas, do Curso Acesso e dos colégios Bom Jesus e Sagrada Família, em Ponta Grossa.

Como a Universidade Federal do Paraná (UFPR) não oferece vestibular de inverno em Curitiba – apenas no Setor Litoral, no município de Matinhos –, a maioria pré-vestibulares da capital paranaense oferta o semi apenas no segundo semestre. Em pelo menos sete deles, as aulas terão início na semana que vem e terminarão na véspera da segunda fase da Federal, agendada para os dias 5 e 6 de dezembro. Todos os conteúdos, porém, serão repassados até 31 de outubro, quando os cursinhos começarão um período final de revisões, o que significa que os candidatos terão pouco mais de três meses para estudar todos os tópicos cobrados no vestibular. Para ganhar tempo, o professor de Física do Curso Decisivo, Ricardo Follador, diz que, em vez de demonstrar passo a passo uma fórmula, dá a equação pronta e muitas vezes trabalha o embasamento teórico dentro da resolução de exercícios. Segundo o professor de Literatura João Amálio Ribas, as aulas se concentram nos conteúdos mais relevantes para o vestibular. "Se você tem 50 minutos para explicar toda a prosa romântica, vai delimitar um espaço maior para falar sobre José de Alencar e Manoel Antonio de Almeida, os maiores expoentes, e mencionar os outros autores de maneira mais sucinta", exemplifica.

Nas aulas de Biologia, também são focados os assuntos com maior incidência nos processos seletivos, afirma o professor Luiz Borges Neto, do Curso Expoente. "Fazemos uma lembrança rápida de matérias descritivas, como histologia vegetal. Em outros conteúdos, como fisiologia humana e das plantas ou genética, não adianta dar só uma pincelada. Para a resolução de uma questão de genética, por exemplo, é preciso ter uma série de conhecimentos anteriores, entre eles divisão celular, meiose e até cálculos matemáticos", diz.

Cada caso é um caso

Segundo o diretor do Curso Positivo, Renato Ribas Vaz, o semi não é a modalidade mais indicada para o estudante que não tem uma boa base de conhecimento e vai prestar vestibular para um curso concorrido, como Medicina. "Mas se a concorrência no vestibular não for muito grande, ele tem uma chance boa de passar", afirma.

Embora prefira não dizer quantas horas por dia o aluno tem de estudar, o diretor do Curso Acesso, Pedro Adriano Brandalize, afirma que o estudante do semi precisa se dedicar mais à revisão dos conteúdos em casa do que o aluno do extensivo. Para o diretor do Curso e Colégio Unificado, Fernando Luiz Fruet Ribeiro, por ser mais maduro e experiente, o aluno do semi muitas vezes não necessita de tantas horas de estudo.

"O aluno do semi costuma trabalhar e normalmente fez cursinho no ano anterior, por isso pode estudar duas ou três horas por dia", afirma.

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