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HORA DE DEFINIÇÃO

Algoz do impeachment e general 5 estrelas: quem são os planos B de Bolsonaro para vice

Com a cada vez mais improvável composição com o senador Magno Malta, presidenciável do PSL já pensa em nomes para compor sua chapa. Janaína Paschoal e general Heleno são os mais cotados

  • Brasília
  • Evandro Éboli
 | Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
 
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O cronograma eleitoral vai estreitando e os presidenciáveis começam a tomar suas decisões. O deputado e presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) aguarda uma resposta do senador Magno Malta (PR-ES) se aceita compor sua chapa como candidato a vice-presidente até o próximo domingo (15). Mas Bolsonaro se mostra pessimista e já fala abertamente em planos B.

Na tarde desta quarta-feira (11), ele afirmou que "estão no radar" para ser seu vice a advogada e professora Janaína Paschoal, do PSL, e o general Augusto Heleno, do PRP. Se Malta disser "não" ao convite. Até agora, o presidenciável vinha evitando falar de nomes, mas agora resolveu anunciar abertamente.

Leia também: PT insiste em Lula candidato. Veja quem ganha e quem perde com esse discurso

Janaína ganhou notoriedade ao defender o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, e foi parte desse processo, contrário a petista, no Congresso Nacional. O general Heleno comandou as tropas internacionais no Haiti e tem feito uma carreira como comentarista na área de segurança pública, principalmente quando envolve emprego das Forças Armadas. 

"A Janaína tem um trabalho prestado ao país, do conhecimento e reconhecimento de muita gente. O general Heleno é um estrategista e domina os temas nacionais como ninguém", disse Bolsonaro. Na ordem de preferência, a advogada larga na frente de Heleno. Mas Bolsonaro vai insistir com Magno Malta até o último minuto. Ele reafirma que sua conversa é com o senador e não com seu partido, o PR. 

"Mas sabe como é. Quando você casa com a dona Maria você traz o sogro, a sogra e muitas outras coisas" - disse o deputado. O PR ainda não se decidiu. O partido está sendo assediado também pelo PT, que escalou o ex-ministro José Dirceu para convencer o "dono" do partido, Valdemar Costa Neto, a reatar uma coligação do passado. 

Sobre notícias de que Malta já teria desistido, Bolsonaro respondeu não acreditar que o senador falaria primeiro com a imprensa antes de avisá-lo. "Ele não faria isso. Vou até o gabinete dele agora". 

Ao falar de apoios de parlamentares, Bolsonaro acredita que terá o apoio entre 30% a 40% dos deputados do Centrão, frente integrada por vários partidos no Congresso. "Muitos desses caciques do Centrão vão ficar sem índios já, já", ironizou. 

A convenção do PSL que irá confirmar seu nome como candidato se dará nos dias 21 e 22 de julho e acontecerá no Rio de Janeiro.

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