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Ataque

Bolsonaro é esfaqueado durante campanha eleitoral em Juiz de Fora

Presidenciável foi atacado enquanto era carregado por apoiadores durante caminhada na região central da cidade mineira. Um suspeito foi preso

  • Curitiba e Brasília
  • Kelli Kadanus, Evandro Éboli e Giorgio Dal Molin, com agências 
  • Atualizado em às
 | Reprodução
Reprodução
 
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O candidato a presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) foi esfaqueado na barriga na tarde desta quinta-feira (6) durante um evento de campanha, em Juiz de Fora (MG). Bolsonaro foi atacado enquanto era carregado por apoiadores durante caminhada na região central da cidade, entre as Ruas Halfeld e Batista de Oliveira. Segundo a Polícia Militar, um suspeito foi detido em flagrante após ser segurado por populares. Ele foi identificado como Adelio Bispo de Oliveira.

Bolsonaro foi encaminhado rapidamente para a Santa Casa de Juiz de Fora e deu entrada às 15h40 com um quadro de sangramento e pressão baixa. A facada atingiu o fígado do presidenciável. O hospital confirma que Bolsonaro sofreu uma lesão hepática grave, passou por um ultrassom e foi encaminhado para o centro cirúrgico. O estado de saúde dele é estável. De acordo com o filho do candidato, Flávio Bolsonaro, a facada atingiu ainda o pulmão e alça do intestino. 

Imediatamente, as redes sociais foram invadidas por vídeos amadores que flagraram o momento do ataque a a chocante cena de Bolsonaro sendo carregado por apoiadores. Dezenas de pessoas acompanhavam o corpo a corpo do candidato em Juiz de Fora. Apesar da escolta da PF e de apoiadores, uma situação como essa é sempre de risco. 

Veja vídeos do ataque

A confirmação do ataque foi feita pelos próprios filhos de Bolsonaro por meio de suas contas no Twitter. 

O deputado Flávio Bolsonaro (PSL) disse que a pessoa que atacou seu pai agiu para matá-lo, e que a campanha já avaliava que este tipo de violência poderia acontecer. O candidato não usava colete à prova de balas, afirmou. Flavio contou que um rapaz que participava da caminhada percebeu o momento em que o ataque aconteceria e conseguiu desviar o braço do suspeito. Por isso o corte na barriga de Bolsonaro não foi mais profundo.

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O pai contava com escolta da Polícia Federal na agenda de campanha, prerrogativa de presidenciáveis. O agressor se misturou a apoiadores. “Não sei o que se passa na cabeça de uma pessoa dessa. Foi a mão de Deus que agiu (para proteção)”, disse Flávio à Globonews, em trânsito. 

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“Estou indo para Juiz de Fora agora. É contra isso que estamos lutando. A gente sempre soube que poderia acontecer. Os presidenciáveis têm direito a escolta da PF e veículo blindado e, na avaliação deles, o Jair precisa de uma atenção maior. Foi com uma faca, mas poderia ter sido com uma arma. A gente toma as precauções. (O atentado) fortalece ainda mais (a campanha).”

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Segundo informações da Globonews, o médico que atendeu Bolsonaro disse que ele estava consciente ao chegar ao hospital. O profissional também afirmou que o presidenciável não perdeu muito sangue, mas será monitorado sobre a possibilidade de hemorragia interna.

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