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Conheça a primeira profissão de Ratinho Junior e como ela virou sua paixão

Candidato do PSD começou a trabalhar com 13 anos nas rádios do pai. Deste então, a vida nos estúdios se tornou mais que um ofício

  • Felippe Aníbal
Ratinho Junior (PSD) em postagem publicada em seu perfil no Instagram: lembrança de começo como radialista | Reprodução
Ratinho Junior (PSD) em postagem publicada em seu perfil no Instagram: lembrança de começo como radialista Reprodução
 
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Era uma quinta-feira, quando, com o mesmo modo desenvolto de sempre, Ratinho Junior (PSD) se despediu do microfone da Rádio Massa. A partir daquele dia – 28 de junho –, o empresário, político e comunicador deixaria de apresentar o programa “Microfone Aberto” para se dedicar exclusivamente à campanha eleitoral, em que ele concorre ao governo do Paraná. A vida nos estúdios – entre sonoplastia, produção e locução – não se restringe a uma profissão para o candidato: trata-se de uma paixão antiga.

“É uma coisa que faço com gosto. Eu gosto demais desse contato direto com as pessoas. Sempre gostei. Sou apaixonado”, disse Ratinho Junior.

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Reprodução

A familiaridade do candidato com os estúdios se consolidou ainda na adolescência, aos 13 anos. Em 1994, Ratinho Junior morava em São José dos Pinhais, cidade da região metropolitana de Curitiba, em que o pai dele, apresentador Ratinho, era dono da Rádio Eldorado. Ali, enquanto aprendia o ofício de sonoplasta, o rapaz se encantava com tudo o que dizia respeito ao rádio.

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“Eu ia pra aula de manhã. À tarde, pegava minha bicicleta e ia pra rádio. Comecei na sonoplastia e cobrindo folga, falando a hora certa. Um dia o apresentador não foi, e eu cobri. Começou assim”, relembra.

Alguns dos colegas com quem aprendeu os meandros dos estúdios ainda o acompanham e estão na equipe da Rádio Massa, como o comunicador Celso Shadeck – e que aparece em uma foto tirada em 1995 na Eldorado, ao lado de um Ratinho Junior adolescente, magro e de cabeça rapada.

Apesar da paixão inegável, o candidato não esconde que, caso seja eleito, vai ter que dar um tempo no hobby de que tanto gosta. Primeiramente, por uma questão ética – já que a rádio é uma concessão pública e haveria certo conflito em um governador manter um programa. Por fim, por uma questão de tempo mesmo. “Não vai dar pra tocar o programa, estando no governo. Vou ter que parar, que dar um tempo”, assente.

Acordar cedo

Para assumir a apresentação do “Microfone Aberto”, Ratinho Junior tinha que madrugar. É que o programa – que ainda está no ar, com outros apresentadores – começa às 6 horas. O candidato do PSD costumava acordar às 5 horas, preparar o café da manhã para os filhos e, só então, seguir à emissora. Segundo conta, o hábito de saltar da cama logo cedo se consolidou por influência do pai.

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“Ele sempre acordava bem cedo, cinco da manhã, passava no meu quarto, puxava minha coberta. Dizia que aquilo não era hora de homem trabalhador estar na cama. Eu levantava e ia direto tomar um banho pra despertar. Até hoje gosto de acordar cedo e já ir pro banho”, disse.

Também por influência de sua “criação”, Ratinho Junior é não só um apreciador da gastronomia caipira, mas também se aventura na cozinha. Entre suas especialidades, ele cita o arroz carreteiro, frango caipira e, é claro, churrasco. Para acompanhar, uma cerveja lhe cai bem.

“Não gosto dessas cervejas especiais, não. Gosto de cerveja normal, pilsen. Brahma, Skol,... Ah, e Proibida, que se eu não falar da Proibida, meu pai briga comigo, porque ele faz propaganda”, brinca.

Medo da solidão

Em 2002, Ratinho Junior foi eleito deputado estadual, logo na primeira eleição que disputava. Quatro anos depois, em 2006, conquistou uma cadeira na Câmara Federal e, em razão disso, se viu obrigado a se mudar a Brasília. Diz que gostava da vida no Congresso, mas que teve dificuldades em se adaptar à capital federal, por um motivo específico: a solidão. É que o parlamentar ficava sozinho por lá durante a semana e voltava para passar os fins de semana em família.

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“Não gosto de solidão, de ficar sozinho. Foi uma das coisas que me fez não gostar de Brasília”, disse o candidato. Apesar disso, em 2010, ele foi reeleito à Câmara Federal – com mais de 360 mil votos, a votação mais expressiva já obtida por um deputado do Paraná.

Em 2013, o político voltou a Curitiba, onde assumiu o cargo de Secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano, na gestão do então governador Beto Richa (PSDB). No ano seguinte, se afastou da pasta para concorrer (e conquistar) uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná. Ratinho Junior, no entanto, voltaria ao secretariado de Richa, onde permaneceu até setembro do ano passado.

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