Publicidade
Eleições 2026

Veja como preparar a colinha para votar nas Eleições 2026

Urna Eleitoral para as Eleições 2026.
A colinha eleitoral é uma maneira fácil e rápida de lembrar os números dos candidatos no dia da votação das Eleições 2026. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Ouça este conteúdo

Mais de 158,7 milhões de eleitoras e eleitores estão aptos a votar nas Eleições 2026, marcadas para 4 de outubro. Na hora de entrar na cabine, porém, não será possível recorrer ao celular para lembrar os números dos candidatos: o aparelho deve ser desligado e deixado no local indicado pelos mesários.

Como serão seis escolhas na urna no primeiro turno, preparar uma anotação em papel é uma forma simples de chegar ao local de votação com os números organizados.

A chamada colinha para votar é permitida pela Justiça Eleitoral e pode ser feita em uma folha comum ou no modelo disponibilizado pelos tribunais eleitorais. A recomendação é anotar os números na mesma ordem em que aparecerão na urna, facilitando a consulta durante a votação.

Colinha eleitoral da Gazeta do Povo para as Eleições 2026.Colinha eleitoral da Gazeta do Povo para as Eleições 2026. (Foto: Gazeta do Povo)

O próprio presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, recomendou que o eleitorado prepare a anotação com antecedência. Segundo ele, a cola de papel ajuda a lembrar as escolhas e pode tornar a votação mais rápida, reduzindo o tempo de permanência na fila.

Por que levar a colinha para votar?

A principal razão para preparar a cola é uma regra que costuma gerar dúvidas: o eleitor não pode entrar na cabine com o celular. A Resolução TSE nº 23.759/2026 determina que aparelhos de telefonia celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação e outros instrumentos capazes de comprometer o sigilo do voto não podem ser levados para a cabine, mesmo que estejam desligados.

Antes de se dirigir à urna, o aparelho deve ser desligado e depositado, junto com os demais pertences, no local indicado pela mesa receptora. O equipamento fica sob a guarda dos mesários e é devolvido depois que a votação é concluída. Se o eleitor se recusar a entregar o aparelho, não será autorizado a votar naquele momento.

Na prática, isso significa que não adianta chegar à seção eleitoral com os números dos candidatos salvos em uma fotografia, anotados no bloco de notas ou enviados por mensagem no celular. Dentro da cabine, a consulta deve ser feita em uma anotação de papel.

A orientação também vale para quem pretende usar o celular para apresentar um documento digital. O aparelho pode ser utilizado no momento da identificação, quando permitido, mas depois deverá ser guardado antes de o eleitor entrar na cabine.

Veja a ordem dos seis votos para as Eleições 2026

A sequência da urna é outro motivo para preparar a colinha para votar com antecedência. No primeiro turno, o eleitor terá seis etapas, nesta ordem:

  • Deputado federal: quatro dígitos;
  • Deputado estadual ou distrital: cinco dígitos;
  • Senador, primeira vaga: três dígitos;
  • Senador, segunda vaga: três dígitos;
  • Governador: dois dígitos;
  • Presidente da República: dois dígitos.

A cada etapa, depois de digitar o número, é importante conferir na tela o nome, a fotografia e a sigla partidária antes de apertar a tecla “Confirma”. Caso o número tenha sido digitado incorretamente, a tecla “Corrige” permite refazer a escolha antes do registro do voto.

Um cuidado especial deve ser tomado nas duas votações para o Senado. Em 2026, estarão em disputa duas das três cadeiras de cada estado e do Distrito Federal, o que representa 54 vagas em todo o país. Por isso, a urna apresentará duas etapas consecutivas para senador.

Os dois votos devem ser destinados a candidatos diferentes. Se o eleitor repetir o mesmo candidato e confirmar novamente a escolha, o segundo voto será considerado nulo. Por isso, vale deixar os dois números do Senado claramente separados na hora de votar.

Como preparar a colinha?

A maneira mais simples é reservar uma folha de papel e escrever os cargos na mesma ordem da urna. Ao lado de cada um, devem ser anotados os números dos candidatos escolhidos. Também é possível utilizar o modelo de colinha disponibilizado pela Gazeta do Povo, que já traz os espaços organizados para o preenchimento – para fazer o download, clique aqui.

O TSE incentiva que o eleitor leve uma anotação pessoal e individual com os números das candidaturas nas quais pretende votar. Além de ajudar a evitar esquecimentos, a medida pode facilitar o andamento da votação, especialmente porque são seis escolhas no primeiro turno.

Uma sugestão é preparar a colinha alguns dias antes da eleição e conferir os números novamente antes de sair de casa. Também é possível fazer um teste no simulador de votação da Justiça Eleitoral, que reproduz as etapas da urna utilizando candidaturas fictícias.

O treinamento permite praticar a sequência dos cargos e as funções das teclas “Corrige”, “Branco” e “Confirma”. Os nomes e números apresentados no simulador, porém, são fictícios. Para o dia da eleição, a anotação deve ser preparada com os números reais dos candidatos escolhidos.

Use este espaço apenas para a comunicação de erros

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.