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Na década de 60, Cunha Pereira abandona bem-sucedida carreira de advogado e se lança no jornalismo. Vai imprimir sua marca, encabeçando cerca de 30 campanhas sociais, educativas e pelo avanço econômico do Paraná

1926 – Em 7 de dezembro, nasce em Curitiba Francisco Cunha Pereira Filho – primogênito do casal desembargador Francisco Cunha Pereira e Julinda Ferreira da Cunha Pereira.

1933 – Francisco ingressa no Grupo Escolar Barão do Rio Branco. Posteriormente vai estudar no Colégio Santa Maria.

1948 – Morre o médico João Cândido Ferreira, avô de Francisco Cunha Pereira Filho. Na mocidade, Cândido assistira ao coronel Gomes Carneiro no Cerco da Lapa e se torna referência para o neto.

1949 – Ainda estudante de Direito. Francisco participa de campanha nacional para a criação de educandários gratuitos e pela abertura das escolas públicas no horário noturno. Francisco se forma em Direito na UFPR. Com o prêmio de melhor aluno de Direito Civil, abre seu primeiro escritório de advocacia, o Co-Jurídico, no Centro de Curitiba.

1951 – É admitido na OAB-PR. Nos anos que se seguem, vai lecionar na UFPR as disciplinas de Ciências das Finanças, Direito Internacional Privado e Previdência Social – essa no curso de Legislação Sindical – e Práticas Jurídicas Civil e Comercial da Escola Técnica São José.

1962 – Francisco Cunha Pereira Filho – advogado criminalista dos mais bem-sucedidos – se associa ao empresário Edmundo Lemanski e compra o jornal Gazeta do Povo, então do intelectual De Plácido e Silva.

1963 – Ingressa no Instituto dos Advogados do Brasil. Em 28 de dezembro, casa-se com Terezinha Döring, na Paróquia São Francisco de Paula, em Curitiba.

1964 – Cunha Pereira e Lemanski compra o jornal Diário da Tarde, fundado em 1899. Contrato oficial só sai em 1966.

1969 – TV Paranaense – fundada em 1960 – passa a fazer parte das empresas de Cunha Pereira e Lemanski.

Francisco assume direção do Instituto dos Advogados do Paraná (IAP)

1976 – Cunha Pereira oficializa campanha por investimentos na Usina de Xisto de São Mateus do Sul – iniciada na década de 60, quando da compra da Gazeta do Povo.

1977 – Recebe troféu Bento Munhoz da Rocha Neto, de personalidade do ano.

1979 – TV Cultura de Maringá passa a fazer parte das empresas Canal 12/Gazeta do Povo.

1980 – Cunha Pereira dá início a campanha para que o Gasoduto Brasil-Bolívia passe pelo Paraná.

TV Coroados de Londrina passa a fazer parte da empresa.

1981 – Cunha Pereira dá início à campanha “Energia Custo Zero”, reivindicando incentivos de Itaipu ao setor industrial do Paraná. No mesmo ano, nasce campanha para receber royalties da hidrelétrica devidos ao estado.

Em paralelo, inicia campanha para aumentar representação eleitoral do Paraná em Brasília, como forma de angariar mais recursos para o estado.

1982 – Cunha Pereira dá início a campanha pela redução dos índices de violência em Curitiba. Em desagravo, publica nome de vítimas de homicídio na capital e chama gestores de segurança às falas.

Recebe título de Cidadão Benemérito do Paraná, concedido pela Assembléia Legislativa do Estado. Documento destaca ação de Cunha Pereira na formação de uma consciência paranista.

1985 – TV Paranaense, Canal 12, inicia série Bicho do Paraná, que dura uma década – a mais longa da televisão brasileira.

Tem início campanha para que empresas paranaenses participem da construção da Usina de Segredo.

1986 – Em 3 de agosto, Gazeta chega à marca de 100.250 exemplares - reconhecidos pelo Instituto de Verificação de Circulação (IVC) -, 144 páginas e a 90,3% de índice médio diário de leitura de jornais por trimestre no Paraná, de acordo com Ibope Marplan.

Cunha Pereira recebe comenda da Ordem do Congresso Nacional.

1987 – Campanha da Gazeta do Povo mobiliza opinião pública para derrubar proposta de criação do estado do Iguaçu, que seria formado por parte do Paraná e de Santa Catarina.

1988 – Descoberta de petróleo na Bacia de Santos leva diretor da Gazeta a campanha de defesa das águas territoriais do PR e nova discussão sobre o pagamento de royalties.

Fundação da Rádio 98 FM.

1989 – Fundação da TV Cataratas, de Foz do Iguaçu.

Campanha por nova linha ferroviária Curitiba – Paranaguá.

Recebe Prêmio Cidade de Curitiba, dado pela prefeitura municipal.

1990 – Cunha Pereira encabeça “campanha da fome” em Curitiba, mobilizando doação de alimentos em rede de hotéis da cidade.

1993 – TV Esplanada de Ponta Grossa é integrada à Rede Paranaense de Comunicação (RPC) – nome pelo qual grupo ficaria conhecido nos anos 2000.

1998 – Cunha Pereira faz campanha para que Aeroporto Afonso Pena receba equipamentos de ponta.

Assume cadeira 18 na Academia Paranaense de Letras.

1997 – Integração da TV Imagem, de Paranavaí, à RPC.

Recebe comenda Barão do Serro Azul – Associação Comercial do Paraná (ACP).

1998 – Início de campanha por nos equipamentos para o Aeroporto Afonso Pena.

1999 – Cunha Pereira defende nas páginas da Gazeta do Povo eleição do prédio da UFPR como monumento símbolo de Curitiba.

Jornal de Londrina é comprado por grupo RPC.

Recebe título de Cidadão Honorário da Lapa.

2000 – Fundação da TV Guairacá, de Guarapuava; TV Oeste, de Cascavel, e Portal TudoParaná.

Recebe comendas de grão-mestre da Ordem do Rio Branco e grão-mestre da Ordem das Cataratas, além de medalha Rocha Pombo, dada pelo Instituto Histórico, Etnográfico e Geográfico do Paraná.

2001 – Criação do Instituto RPC.

2002 – Recebe título de cidadão honorário de Foz do Iguaçu e de Personalidade Industrial do Paraná – dado pelo Serviço Nacional de Pesquisa (Senap).

2003 – Cunha Pereira recebe da OAB-PR o diploma de reconhecimento dos 50 anos de exercício da advocacia.

2004 – Ganha comenda honorífica dos Heróis da Lapa.

2007 – Ganha diploma de Honra ao Mérito da Associação dos Ex-Alunos da UFPR e troféu Guerreiro do Paraná, dado pelo Instituto Pró-Paraná. Evento reúne no Castelo do Batel cerca de 300 autoridades do mundo político e empresarial.

2009 – Morre Francisco Cunha Pereira, aos 82 anos, de complicações em decorrência de um câncer.

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