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Coudet deixou o Inter, que terá Abel Braga no comando.
Coudet deixou o Inter, que terá Abel Braga no comando.| Foto: Albari Rosa / Foto Digital/Gazeta do Povo

Os clubes do Brasileirão estão com a navalha afiada: em 20 rodadas, 18 técnicos já deixaram o cargo. O último a demitir o comandante foi nada menos que o atual campeão Flamengo, que aparece na terceira posição. Domènec Torrent deixou o clube, que agora será comandado por Rogério Ceni, que estava no Fortaleza.

Já o líder Internacional perdeu o argentino Eduardo Coudet, que pediu demissão para assumir o Celta de Vigo, da Espanha. Abel Braga assumiu em seu lugar.

Técnicos demitidos no Brasileirão

Ney Franco (Goiás) - 4ª rodada
Eduardo Barroca (Coritiba ) - 4ª rodada
Dorival Júnior (Athletico) - 5ª rodada
Daniel Paulista (Sport) - 5ª rodada
Felipe Conceição (Red Bull Bragantino) - 6ª rodada
Roger Machado (Bahia) - 7ª rodada
Tiago Nunes (Corinthians) - 9ª rodada
Thiago Larghi (Goiás) - 12ª rodada
Paulo Autuori (Botafogo) - 12ª rodada
Ramon Menezes (Vasco) - 14ª rodada
Vagner Mancini (Atlético-GO) - 15ª rodada *pediu demissão para assinar com o Corinthians
Vanderlei Luxemburgo (Palmeiras) - 16ª rodada
Eduardo Barros (Athletico) - 17ª rodada *comandou o time interinamente
Jorginho (Coritiba) - 18ª rodada
Bruno Lazaroni (Botafogo) - 18ª rodada
Domènec Torrent (Flamengo) - 20ª rodada
Eduardo Coudet (Internacional) - 20ª rodada *pediu demissão para ir ao Celta, da Espanha
Rogério Ceni (Fortaleza) - 20ª rodada *pediu demissão para assinar com o Flamengo

Eduardo Barroca, no Coritiba, e Ney Franco, no Goiás, foram os primeiros desligados, depois de quatro rodadas. Dorival Júnior, no Athletico, e Daniel Paulista (Sport) duraram uma partida a mais. Felipe Conceição deixou o Red Bull Bragantino depois do sexto jogo. Tiago Nunes caiu três rodadas depois.

O Goiás já está no seu terceiro técnico, após a saída de Thiago Larghi. Enderson Moreira assumiu o time após a 12ª rodada.

Tabela do Brasileirão 2020: veja a classificação e todos os jogos

A falta de paciência da cartolagem nacional não é novidade. E o roteiro geralmente é parecido. Dias antes da demissão, os dirigentes vem a público defender o “professor”. Na derrota seguinte, rua.

No Coxa, o diretor de futebol Rodrigo Pastana defendeu Barroca dias antes de ambos perderem o emprego. Diretor geral do Athletico, Paulo André fez o mesmo com Dorival. Cartilha seguida também pelo presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, com Roger.

Mas não se assuste porque até agora está tudo dentro do normal. Em 2018, foram 25 trocas de técnicos. No ano passado, 23. Então, quem é o próximo da fila?

Atualização

Este conteúdo foi atualizado em 9/11/2020

Atualizado em 09/11/2020 às 23:37
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