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futebol

‘Impressionante!’ As frases mais confusas de Fabiano Soares no Atlético

Técnico brasileiro fez carreira em Portugal e Espanha, passagens que criaram uma curiosa mistura de idiomas e expressões da bola

  • Gazeta do Povo
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O técnico brasileiro Fabiano Soares teve passagens pelo futebol português e espanhol antes de treinar o Furacão, clube do qual foi desligado nesta segunda-feira (4). E em seu primeiro trabalho no futebol brasileiro, pelo Atlético, marcou também pelas declarações em entrevistas coletivas, muitas vezes uma mistura de idiomas e expressões do mundo da bola, com destaque para a expressão “impressionante”, usada para elogiar algum atleta.

Entre bordões, cobranças e frases de efeito, selecionamos algumas pérolas de Soares:

Logicamente, teremos algumas mudanças para dar um pouco mais de oxigênio ao time e a equipe pressionar mais”, em coletiva antes do jogo contra a Ponte Preta.

“Parecíamos índios indo para frente”, após sofrer a virada para o São Paulo.

“A técnica não se compra nas farmácias como aspirinas”, frase sobre Walter, que fez o gol de empate no duelo com o Atlético-GO.

“As comparações são odiosas”, sobre as torcidas de Atlético e Paraná, quando o jogo contra o Inter estava para acontecer na Arena.

“Foi a trave, o santo, o pastor, não sei o que foi”, palpites do que teria salvado o Coritiba de uma derrota no Atletiba na Arena.

“Tiramos um caminhão de cima de nós”, após a primeira vitória com o comando oficial da equipe.

“Os elogios debilitam as coisas”, após a vitória sobre o Vasco com o primeiro gol de Ribamar com a camisa do Furacão.

“Eu gosto do Felipe, mas ele também tem que gostar dele próprio”, cobrança ao meia Felipe Gedoz, após a vitória sobre o Avaí em casa.

“Vamos dar a cara”, sobre o segundo confronto com o Grêmio, em desvantagem de 4 a 0, pela Copa do Brasil.

A partida disputada na Arena contra o Corinthians, foi um prato cheio para as declarações de Soares, fossem antes ou depois do jogo. Começando com “Sabemos que o título passa pela Arena” e “Não vim aqui passar despercebido” nos preparativos da partida, para a grande frase após, “Não gosto de treinar pênaltis”.

Ao longo desse ano, diversos termos foram utilizados pelo técnico para descrever alguns problemas do elenco, ou de como o time deveria se comportar. Muitos deles, vindos do espanhol. “Estancar a sangria de gols”, o “estado anímico [de jogadores ou da equipe]”, o termo ‘logicamente’, o ‘anti-jogo’ e a ‘remontada’.

Colaborou Moreno Valério

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