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Eliminada nas quartas de final do Mundial de 2011 e dos Jogos Olímpicos de Londres-2012, a seleção brasileira feminina de handebol disputa hoje, às 17h45, uma inédita semifinal de Mundial, contra a Dinamarca. Pela terceira vez na história uma equipe não europeia chega entre as quatro melhores da competição – a Coreia do Sul, em 1995 e 2003, foi a pioneira.

Para o técnico Morten Soubak, dinamarquês que comanda o Brasil, a explicação para essa evolução é a maturidade. "Vejo nossa equipe mais madura. Para nós foi muito duro ter perdido nas quartas de final em 2011 no Brasil", explicou. "Esse é o resultado de uma combinação do trabalho que estamos fazendo e da experiência que muitas atletas estão ganhando por estarem jogando em equipes europeias e participando de mais campeonatos", continuou o treinador, que enfrenta seu país natal nesta tarde.

O caminho brasileiro até a final tem agora o reencontro com a Dinamarca, time batido na fase de classificação por placar relativamente elástico: 23 a 18. Mas a ponta Samira, que fez o gol da vitória sobre a Hungria, na última quarta-feira, na segunda prorrogação, prevê equilíbrio.

"Será um jogo difícil pelas circunstâncias. As duas equipes estão querendo vencer. Certamente será um confronto como o da Hungria, muito disputado. Tudo o que aconteceu até agora conosco vai ser levado em conta nessa hora. Temos de pegar tudo isso e fazer aumentar a nossa força para conseguir a vitória", comentou.

A outra semifinal será entre Sérvia, dona da casa, e Polônia.

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