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Série B

Campanha similar à de 2010 serve de lição ao elenco tricolor

Em seis rodadas, time da Vila ocupa a terceira posição, como fez no ano passado. Meta é não repetir a queda livre vista naquele torneio

O volante Serginho, autor do gol do empate no Recife, lamentou a perda dos dois pontos diante do Náutico | Albari Rosa/ Gazeta do Povo
O volante Serginho, autor do gol do empate no Recife, lamentou a perda dos dois pontos diante do Náutico (Foto: Albari Rosa/ Gazeta do Povo)
Confira a ficha técnica do jogo |

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Confira a ficha técnica do jogo

A queda traumática para a Segun­­da Divisão do Paranaense não creditava o Paraná como um dos favoritos da Série B do Bra­­sileiro. Por mais que existisse uma expectativa de volta por cima, era difícil imaginar que o time da Vila Capanema figuraria entre os primeiros colocados da competição nacional em tão pouco tempo.O momento difícil, porém, parece fazer parte do passado. Depois do empate por 1 a 1 com o Náutico, no último sábado, no Aflitos, o Tricolor fincou presença no G-4. Com seis rodadas completas, só tem os paulistas Ponte Preta e Portuguesa acima na tabela.

Curiosamente, a campanha atual é muito parecida com a do ano passado, quando o Paraná teve um começo arrasador, chegando inclusive a ficar na ponta antes da Copa do Mundo da África do Sul, momento que marcou a interrupção da competição. Na sexta rodada em 2010, o Tricolor estava na mesma 3.ª colocação de hoje e prestes a assumir a liderança na rodada seguinte.

Depois de seis jogos, aquele Paraná somava 12 pontos, conquistados somente com vitórias. Neste ano, são 11 pontos até o momento, garantidos após três vitórias e dois empates. O ataque, no entanto, era bem mais positivo. A essa altura, havia marcado 12 gols, enquanto que na atual temporada foram oito. A maior semelhança fica mesmo no desempenho defensivo: três gols sofridos em 2010 e quatro em 2011.

Para evitar o que ocorreu na temporada anterior, quando começou bem e perdeu o contato com os líderes na sequência, o atual elenco não quer deixar o rendimento inicial cair durante a competição.

O segredo, segundo o volante Serginho, é manter a concentração para que surpresas negativas não apareçam no caminho. "Eu quero o acesso. Não podemos dormir, não dá para cochilar . O time não pode perder dois pontos como esses [do empate com o Náutico]. Entramos dispersos e achamos que conseguiríamos o resultado a qualquer hora. Não é assim", alertou o autor do gol no Recife, que quase garantiu a quarta vitória paranista.

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