A vitória no clássico reanimou a torcida que pawssou a acreditar em uma reabilitadora arrancada Coxa para fugir do rebaixamento. Este é o sentimento de todos que acreditam nas possibilidades de a equipe que conseguiu se impor ao Atlético, criar maior número de oportunidades de gol e garantir o escore através de um golaço do meia Helder, aos 20 segundos da etapa complementar.

A equipe baixou o ritmo, mas como o adversário não mostrou cacife para reagir voltou ao ataque e por muito pouco não ampliou a contagem. O Furacão, ao contrário, teve alguns lampejos na etapa inicial quando Marcos Guilherme e Marcelo desperdiçaram boas chances de maneira bisonha, confirmando a má fase que ambos vem experimentando. Marcos Guilherme porque não soube administrar psicologicamente os elogios e a badalação recebida após um bom inicio de campeonato, chegando a ser comparado como uma revelação do nível de Fernandinho – do Manchester City e da seleção –, mas sucumbiu e vem jogando mal compondo uma meia-cancha sem criatividade e reduzida personalidade técnica.

Marcelo foi vítima de uma transação mal operada pela diretoria atleticana, na qual ficou exposto durante semanas na mídia nacional e por muito pouco não posou com a camisa do Corinthians antes de o negócio gorar. Como dormiu sonhando com o triplo do salário e acordou vestido com o pijama rubro-negro com menor rendimento na conta, abalou-se emocionalmente e perdeu o fio da meada.

O Coritiba fez por merecer a vitória porque se postou bem na retaguarda e contou com nova atuação superior do categorizado Alex que além de dominar o setor promoveu lançamentos açucarados para os atacantes. O futebol de Alex segue linear e incisivo, melhorando com o amadurecimento. Sinal de que a idade faz bem para algumas pessoas. Não para todas.

O Criciúma que se prepare para uma avalanche alviverde, quarta feira, no Alto da Glória. No mesmo horário, no Morumbi, o Atlético levará a sua juventude contra o experiente e recheado de cabeças coroadas São Paulo.

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