| Christophe Bott/EFE
| Foto: Christophe Bott/EFE

"Vamos insistir nesse sistema, talvez com duas ou três mudanças de nome", disse o técnico Luiz Felipe Scolari após o empate por 2 a 2 de quinta-feira com a Itália, jogo no qual escalou a seleção brasileira no 4-3-3. No campo acima, o time que começou a partida e, entre parênteses, os teóricos titulares de cada posição – a não ser por Kaká, que por enquanto será apenas testado no lugar de Oscar.

Felipão não adiantou qual dos dois começará jogando o amistoso de segunda-feira com a Rússia, em Londres. Pode ser essa a terceira mudança. Ele anunciou apenas que o zagueiro Thiago Silva e o lateral-esquerdo Marcelo assumem os lugares de Dante e Filipe Luís, respectivamente. Com Paulinho e Ramires lesionados, os dois volantes seguem sendo Fernando e Hernanes.

É um time ofensivo, mas que precisa acertar a movimentação de ataque para entrar mais na área adversária – apesar de ter feito dois gols, criou pouco contra a Itália. Também necessita encaixar a marcação, especialmente pelos lados do campo – a lateral direita foi o principal caminho da Azzurra na quinta-feira.

Teste

Contra a Itália, Felipão colocou Kaká (foto) aos 15 mi­­nut­­os do segundo tempo. O meia do Real Madrid en­­trou no lugar de Oscar para não alterar a estrutura tá­­ti­­ca da equipe – pelo rendimento dos jogadores até então, Hulk deveria sair, mas desta forma o time trocaria os três atacantes por dois meias e dois ho­­mens de frente. Como o esquema não será mudado, a dúvida para o duelo com a Rússia é entre Oscar e Kaká na armação.

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