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Coxa volta ao 4-2-3-1

Alviverde deve melhorar com a presença de um centroavante de ofício. Confira a análise

  • PorNícolas França - nicolasf@gazetadopovo.com.br
  • 05/04/2013 21:02
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| Foto:

Base rubro-negra

Apesar da contratação de reforços como Maranhão, Fran Mérida e Ciro, o técnico Ricardo Drubscky preferiu apostar na consistência ganha pelo Atlético no segundo turno da Série B. Ele manteve o sistema – uma variação entre o 4-2-3-1 e o 4-4-2 – e escalou apenas dois jogadores novos como titulares na quarta-feira contra o Brasil de Pelotas: o lateral-direito Jonas e o meia-atacante Everton – Luiz Alberto na zaga e Léo na lateral esquerda só entraram por causa das ausências de Cleberson e Pedro Botelho. Uma decisão justificada por não ter jogado ainda na temporada.

Após o jogo entre Coritiba e Fluminense, pelo Brasileiro do ano passado, o técnico do Tricolor carioca, Abel Braga, não mediu elogios ao comportamento tático do centroavante coxa-branca Deivid – por abrir espaços para a entrada dos jogadores que vinham de trás. Na partida de amanhã contra o Toledo, o Coxa voltará a jogar como naquele dia: três meias – um aberto por cada lado e um centralizado – se aproximando do centroavante.

Na ocasião, Lincoln atuava pela faixa central, Éverton Ribeiro pela esquerda e Rafinha pela direita. Agora Alex assumiu a armação de jogadas pelo meio e o garoto Zé Rafael fará sua estreia como titular pelo lado esquerdo. Rafinha e Deivid são os remanescentes (campo abaixo).

É uma estrutura diferente da planejada pelo técnico Marquinhos Santos para a temporada. No time ideal do treinador, Botinelli, que joga um pouco mais recuado, ocuparia a vaga de um dos meias-atacantes abertos. Com a contusão do argentino antes de estrear, Robinho – agora também afastado por lesão – assumiu a posição no meio de campo.

De qualquer forma, o time deve melhorar com a presença de um centroavante de ofício. Está acostumado a jogar assim desde 2011. Com as ausências frequentes de Deivid nesta temporada, Julio César e Arthur foram improvisados, mas não se deram bem na função.

Quem deve aproveitar especialmente a volta do camisa 9 – ex-companheiro também no Cruzeiro e no Fenerbahçe-TUR – é Alex, artilheiro do time no ano com nove gols. Ele tem aparecido frequentemente na área para finalizar, movimentação que deve ser facilitada agora.

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