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Suárez e Neymar são os protagonistas do clássico entre Brasil e Uruguai. | /AFP
Suárez e Neymar são os protagonistas do clássico entre Brasil e Uruguai.| Foto: /AFP

No Recife, contra o Uruguai, o Brasil enfrenta seu primeiro grande desafio em casa sob o comando do técnico Dunga. Pelas Eliminatórias da Copa de 2018, o confronto está marcado às 21h45, na Arena Pernambuco.

Para não fracassar nesse duelo – importante ainda pela necessidade de somar pontos como mandante na competição –, a equipe terá, segundo o treinador, a falta de treinamentos como adversária extra. “Quando as coisas estão começando a engrenar, a gente fica 128 dias longe, cada um joga em um esquema tático diferente, com ideias e condicionamento físico diferentes. É uma preocupação e um desafio também. Estão saindo até uns cabelinhos brancos”, brincou o treinador, durante entrevista coletiva.

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Desde que voltou para a seleção, após o Mundial de 2014, Dunga praticamente não conseguiu vencer os principais concorrentes em jogos oficiais. Teve apenas um resultado positivo, que foi a vitória por 2 a 0 sobre a Argentina, no Superclássico das Américas, quando os dois times escalaram só jogadores que atuam em seus países.

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“Em algumas partidas, o talento de um jogador pode decidir o jogo e, neste sentido, podemos ficar tranquilos porque temos jogadores de muita qualidade, que em dois minutos podem decidir”, afirmou Neymar, que atravessa bom momento no Barcelona.

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Disposto a não depender apenas de brilhos individuais, Dunga mantém a formação que vem jogando. Para o duelo desta noite, não terá apenas o volante Elias, machucado. “Em alguns momentos, o Fernandinho tem feito essa função [do Elias] no Manchester City, chegando como um homem surpresa”, explicou o treinador.

Se o Brasil tem Neymar como principal trunfo, o Uruguai também aposta em um atacante do Barcelona: Suárez. Ele volta a defender a Celeste depois de quatro meses e nove jogos oficiais de gancho pela mordida em Chiellini, na Copa de 2014. E volta faminto por gols. “Estou há semanas trabalhando para conduzir a ansiedade e o nervosismo. Sei que é especial porque muito tempo passou, mas me sinto mais um jogador que vem dar o melhor de si”, disse Suárez.

O ataque uruguaio pode estar reforçado, mas a defesa de Oscar Tabárez está esfarelada. A dupla titular, Godín e Giménez, não joga, assim como o reserva Velázquez. “Estão entre os melhores zagueiros do mundo, são craques e a gente que é do outro time fica feliz deles estarem fora”, vibrou Neymar.

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