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Especialista prevê ano “trágico” nas finanças caso Coritiba siga na Série B

Continuidade na Segunda Divisão para 2019 representará uma diminuição na cota de TV do clube. Cenário que fica complicado com as altas dívidas do Coxa

  • Moreno Valério
 | Aniele Nascimento/Gazeta
Aniele Nascimento/Gazeta
 
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O Coritiba mudará de patamar caso permaneça na Série B em 2019. De clube com maior poderio financeiro da divisão em 2018, o Coxa terá de encarar condições bem mais complicadas. Sem a cota integral de TV aberta e com uma das principais dívidas da Segundona, atualmente na casa de R$ 246,1 milhões.

A queda na receita coxa-branca, perda que pode alcançar até R$ 30 milhões, especialmente por causa da diminuição na cota de TV, aponta para um cenário complicado para 2019. É a avaliação feita por Amir Somoggi, especialista em marketing esportivo.

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“O Coritiba está morto se cair de R$ 30 milhões para R$ 6 milhões [a cota da TV aberta]. É uma situação desesperadora pelos compromissos financeiros que o clube tem. Um clube que tem entre 50% e 60% do seu orçamento vindo da televisão, não pode perder receita”, afirma Somoggi, que é sócio da empresa Sports Value.

Em 2018, mesmo na Segunda Divisão, a cota de TV aberta se manteve nos R$ 35 milhões, números de Série A. Porém, o contrato se encerra na atual temporada e uma eventual permanência na Série B diminui o poderio de negociação do clube com a Rede Globo.

Para piorar, o contrato do clube com o Esporte Interativo para 2019 só será validado em caso de retorno à Série A. Assim, em caso de permanência na Série B, o Coxa pode deixar de faturar R$ 20 milhões, já que o acerto com o EI ficará em suspensão.

Na análise de Somoggi, a salvação financeira do Coritiba pode vir de transações de jogadores. Em anos que o Coxa consegue realizar negociações significativas, o clube fecha com lucro. Do contrário, tem prejuízo, considerando as dívidas bancárias.

Outro aspecto que o Coxa ainda precisa evoluir são as receitas de patrocínio, sócio torcedor e bilheteria, para poder equilibrar as contas e tentar amenizar a perda da cota de TV. “O clube fatura pouco pelo que gasta. A perda de televisão, nesse caso, é um momento trágico na história do clube”, finaliza Somoggi.

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