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Cleber, Bacellar e Longuine durante coletiva nesta quarta. | /Reprodução
Cleber, Bacellar e Longuine durante coletiva nesta quarta.| Foto: /Reprodução

O presidente do Coritiba, Rogério Bacellar, defendeu a venda milionária do zagueiro da base, Rodrigo Guth, para a Atalanta, da Itália, antes mesmo de estrear com a camisa coxa-branca. Segundo o mandatário, o clube italiano “fez a cabeça” do jogador de 16 anos, o que tornou impossível segurá-lo no Alto da Glória.

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“A Atalanta conversou com o Guth, com o pai dele também, e fez a cabeça dos dois. Ele queria jogar pelo Coritiba, é torcedor, mas recebeu uma proposta da Itália e quis ir. Não existe a possibilidade de segurar um menino desses. Vamos segurar como?”, argumenta Bacellar.

Além disso, o presidente utilizou exemplos de atletas da base que não se firmaram no time profissional para reforçar sua decisão pela negociação.

“A sorte do menino é que já recebeu uma proposta. E se ele não dá certo aqui? Já aconteceu com muitos outros em quem investimos dez, vinte anos, e foi ‘para o ralo’. A torcida ia perguntar por que não venderam [o Guth]. E o menino ia ficar contrariado. Não adianta segurar quem não quer ficar”, reforça.

O cartola ainda elevou o tom contra seus críticos. “Não estamos fazendo besteira, estamos com os pés no chão e pensando em um Coritiba grande e pagando as contas. É muito fácil o Conselho, a torcida, que não entende do dia a dia, darem palpite e criticarem”, disparou.

“Quero ver estarem aqui no dia a dia. Já falei, quem quer me ajudar, que venha ajudar. Não veio ajudar, não dê palpite”, completou.

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