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Futebol Americano

Crocodiles afasta azarão e mantém hegemonia local

Em jogo de quase três horas e meia, favoritos alviverdes superam o novato Curitiba Predadores no Paraná Bowl IV

  • Sabrina Coelho, especial para a Gazeta do Povo
Jogadores disputam a bola em partida que durou cerca de três horas e meia no Clube Imperial |
Jogadores disputam a bola em partida que durou cerca de três horas e meia no Clube Imperial
 
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Crocodiles afasta azarão e mantém hegemonia local

O favoritismo foi confirma­­do. O Coritiba Crocodiles conquistou nesse domingo (20) o seu quarto título em quatro edições do Campeonato Paranaense de Futebol Americano. O feito aconteceu em cima dos novatos Curitiba Predadores que, nas semifinais, eliminou o tradicional Curitiba Brown Spiders, terceiro colocado.

O azarão surpreendeu ao chegar à final em sua segunda participação. No ano passado, quando estreou, acabou a competição em último lugar. A evolução, no entanto, não foi suficiente para encerrar a hegemonia do Croco. A partida, amplamente dominada pelo alviverde, terminou em 36 a 11. O único touchdown dos Predadores veio no final do quarto período.

Mas o desequilíbrio do jogo, de quase 3 horas e meia de duração, era o que menos importava. Pelo menos para a grande maioria dos cerca de 2.500 torcedores que acompanharam a festa, até porque boa parte deles não entendia muito o que via.

“Eu não entendo as regras, mas gosto de vir pela bagunça”, contou Elaine Souza, que costuma acompanhar os jogos para torcer pelo namorado, atleta do Alviverde. Aliás, este é o perfil predominante na arquibancada: mulheres e familiares dos jogadores.

Inspirado no Super Bowl – a grande final americana –, o Paraná Bowl também tem seus momentos de espetáculo. Antes da partida, um clipe das equipes e suas escalações, com direito a fotos de cada atleta, foi exibido no telão de LED. Na entrada em campo, bandeirões, fogos e fumaça. Destaque para o mascote dos campeões, Antony Golveia, de apenas 3 anos. Vestido de crocodilo, o garotinho brincou sem parar com a bola oval – nos pés. Mas a longa duração da partida não permitiu que o pequeno ficasse acordado para comemorar a vitória.

Dentro de campo, uma das atrações era o nicaraguen­se Alfredo Guadamuz, um dos jogadores de ataque do Crododiles. De chuteiras cor de cosa, dançava com um gingado todo especial e levava a torcida ao delírio. “Eu jogo com alegria e as chuteiras são para lembrar o câncer de mama”, contou o camisa 55, que mudou-se pra o Brasil a trabalho.

Quando a festa dos tetracampeões começou já havia anoitecido. Mas o tom de comemoração durou pouco, pelo menos no discurso dos atletas. “Agora estamos na expectativa para o Brasileiro”, lembrou o presidente Gerard Kaghtazian Jr., de olho na disputa do nacional, que este ano terá 38 equipes. “Vamos com tudo e temos chance de ficar entre os melhores”, avisou um dos líderes da equipe, Adan Rodriguez. O Crocodiles estreia contra o São José Istepôs, dia 7 de julho, em Santa Catarina.

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